terça-feira, 7 de maio de 2013

Palotinos / Paróquia N. S. Fátima - Paróquia Nossa Senhora de Fátima

Palotinos / Paróquia N. S. Fátima - Paróquia Nossa Senhora de Fátima


Sociedade do Apostolado Católico - Padres palotinos

Fundados por S.Vicente Pallotti

SVicentePallotti
São Vicente Pallotti nasceu em Roma, dia 21 de Abril de 1795, numa família de classe média. Com sua mãe aprendeu a amar os irmãos mais pobres, crescendo generoso e bondoso. Enquanto nos estudos mostrava grande esforço e dedicação, nas orações mostrava devoção extremada ao Espírito Santo. Passava as férias no campo, na casa do tio, onde distribuía aos empregados os doces que recebia, gesto que o pai lhe ensinara: nenhum pobre saia de sua mercearia de mãos vazias. Ás vezes sua generosidade preocupava, pois geralmente no Inverno, voltava para casa sem os sapatos e o casaco, pois sempre os dava ao mendigos que encontrava pelas ruas. Vicente Pallotti era um grande devoto de São Francisco de Assis, pensou em ser capuchinho, mas não foi possível devido á sua frágil saúde. Foi ordenado sacerdote na diocese de Roma em 1818, aos 23 anos.
Com a sua profunda vida espiritual, suas múltiplas atividades apostólicas e a realização profética do apostolado, influiu de modo relevante na história da Igreja no século XIX. Muito culto obteve o doutorado em Filosofia e Teologia. Mas foi a sua atuação em obras sociais e religiosas que lhe trouxe a santidade. Teve uma vida de profunda espiritualidade, jamais se afastando das atividades apostólicas. É fruto do seu trabalho, a importância que o Concílio Vaticano II, cento e quinze anos após sua morte, decretou para o apostolado dos leigos, dando espaço para o trabalho deles junto às comunidades cristãs. Vicente defendia que todo cristão leigo, através do Sacramento do Batismo, tem o legítimo direito assim como a obrigação de trabalhar pela pregação da fé católica, da mesma forma que os sacerdotes. Esta ação de apostolado que os novos tempos exigiria de todos os católicos, foi sem dúvida o seu carisma de inspiração visionária.
Pallotti confrontava-se com os problemas que dificultavam a vivência da fé e o crescimento das tarefas ligadas ao anúncio do Evangelho nas terras de missão. Diante de tais problemas que a Igreja devia afrontar, Pallotti voltava sua atenção sobre a necessidade urgente de reavivar a fé e de reacender a caridade entre os católicos para anunciar a todos os homens a boa notícia da salvação. No território da cidade de Roma, ele, com um grupo de colaboradores, trabalhou incansavelmente pelas obras do apostolado. Disto nasceu, em 09 de janeiro de 1835, após a celebração eucarística, a idéia de fundar a União do Apostolado Católico - UAC, para unir todas as iniciativas apostólicas.
São Vicente Pallotti morreu em Roma, no dia 22 de Janeiro 1850, aos cinquenta e cinco anos de idade. De saúde frágil, doou naquele Inverno o seu casaco a um pobre, adquirindo a doença que o vitimou. Seus colaboradores mais próximos continuaram sua missão, assegurando à Sociedade um posterior desenvolvimento. Em 1904, foram reconhecidas pela Santa Sé as obras do apostolado, motivando o pedido de sua canonização. Vicente Pallotti foi beatificado em 1950 pelo Papa Pio XI reconhecendo-o como homem inspirado e "verdadeiro operário das missões". Em 1963, durante o Concílio Vaticano II, as suas idéias e carisma espiritual foram plenamente reconhecidos pelo Papa São João XXIII que proclamou Vicente Pallotti, Santo.
Hoje, a obra de São Vicente Pallotti, com o carisma de "reavivar a fé e reacender a caridade em todos os homens" encontra-se presente nos cinco continentes. Depois da fundação da União do Apostolado Católico, que envolve religiosos, religiosas e leigos, Pallotti fundou a Sociedade do Apostolado Católico - SAC, formada por padres e irmãos consagrados, para ser a força motriz de toda a sua obra.
Em maio de 1835, para dar a conhecer a todos, a Sociedade a pouco fundada, Pallotti publicou o apelo ao povo:
"Todos, grandes e pequenos, formados, estudantes, operários, ricos e pobres, padres, leigos, religiosos e seculares, comerciantes e empresários, funcionários, artistas, artesãos, comunidades e indivíduos, cada qual no próprio estado, na própria condição, de acordo com os próprios dons, pode dedicar-se às obras do Apostolado Católico para reavivar a fé, reacender a caridade e propagá-la em todo o mundo."
Meu Deus, minha misericórdia... desperta e conserva em mim a fome e a sede de me assemelhar sempre a ti.
S.Vicente Pallotti

domingo, 5 de maio de 2013

ORAÇÃO DOS ESTUDANTES




Pai Nosso Que Estais No Céu
Aumentai As Nossas Férias
Diminua As Nossas Aulas
Perdoai Nossas Colas
Assim Como Nós Perdoamos a
A Existência Dos Nossos
Professores
Não Nos Deixe Cair Em
Recuperação
Mas Livrai-nos
Da
Reprovação
Amém.

BAÍA DE GUANABARA



BAÍA DE GUANABARA

Situada no litoral oriental do Brasil, ocupa superfície de 412 km2, profundidade máxima 55 m. O perímetro é de 143 km.  Comunica-se com o atlântico por uma entrada de 1500 m de largura entre a ponta de São João, no Rio de Janeiro, e a fortaleza de S. Cruz, em Niterói.  A navegação se faz, entre a ilha da Laje e S. Cruz (900m).  A baía abre-se interiormente até um diâmetro máximo de 28 km.
Em seu interior, numerosas ilhas, dentre as quais: Governador (onde se localiza o Aeroporto Internacional do Galeão), Fundão (Cidade Universitária), ambas ligadas por uma ponte ao continente; Paquetá (recanto turístico), Brocoió (Parque e edifício vendidos por Otávio Guinle ao Rio de Janeiro); Conceição, S. Cruz e Flores, próximas a Niterói.  No litoral fluminense há muitos pontos de interesse, como a enseada de Jurujuba, a ponta de São Francisco, onde se acham a gruta de Nossa Senhora de Lurdes e a Igreja de São Francisco Xavier (1572), em que morou Anchieta; o morro do Cavalão, com a chamada Garganta do Inferno, antigo Covil de ladrões e assassinos; a ponta da Armação, onde foi instalado o primeiro armazém para o tratamento da carne e produtos da baleia e serviu (1822) de quartel às tropas de Jorge Avilez, expulsas do Rio, enquanto aguardavam embarque para Portugal; aí também desembarcou Saldanha da Gama por ocasião da Revolta da Armada (1894); o Mocanguê Grande, onde está à base Castro Silva (navios mineiros, Submarinos e homens-rãs); a enseada de São Lourenço, na qual Irineu Evangelista de Souza (Mauá, Visconde de) ergueu o primeiro estaleiro e oficina de fundição de ferro e bronze, onde fabricava, inclusive, arados, e que, entre 1849 e 1860, lançou ao mar72 navios a vapor; o porto de Niterói, com seu cais de 1456 m; e o porto de Mauá (em Pacabaíba), que foi ponto de partida da primeira entrada de ferro do Brasil (1854), 14,5 km, em direção a Petrópolis.  Nesse ponto desembocam os rios Estrela e Macacu, este com foz de 450 m, e navegável por 34 km até Porto das Caixas, que tem esse nome por ter servido de ponto de embarque da produção fluminense de açúcar feita em caixas de 30 kg e, posteriormente, de toda a produção de café da zona de Cantagalo.
A costa fluminense termina com o oleoduto Duque de Caxias, de 17,5 km, ligando ao mar a refinaria do mesmo nome.  No litoral, a zona dos estaleiros (Caneco, McLaren e Ishkawajima); a ponta do Caju, onde se construiu a ponte Rio - Niterói, e a desaparecida ilha dos Ferreiros; o Cais do Rio de Janeiro com 3298 m (da Praça Mauá ao canal do Mangue) e o píer Oscar Weinschenk, de 400 m de comprimento por 83 metros de largura; o Arsenal de Marinha; as docas da Alfândega e o Entreposto da Pesca; a estação das barcas no cais Pharoux, assim chamado por ter existido nas imediações um hotel de propriedade do francês Louis Adolphe Pharoux, em princípios do século XIX; o Clube da Aeronáutica, antiga estação de hidroaviões, marco da arquitetura contemporânea no Brasil; o Aeroporto Santos Dumont e a Escola Naval, na desaparecida ilha de Villegaignon; a antiga praia de Santa Luzia, aterrada com o arrasamento do morro do Castelo; o aterro do Flamengo, com o parque desse nome, depois do aterro feito com desmonte do morro de Santo Antônio, em cuja esplanada se situa a nova catedral; o morro da Viúva, que antigamente se projetava diretamente no mar; a enseada e a praia (artificial) de Botafogo, a praia da Urca e o Pão de Açúcar.
A baía tem ao fundo a serra dos órgãos.


Bibliografia: Enciclopédia Século XX
                      Vol. 04
                      Livraria José Olynpio Editora.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE - NITEROI/RJ

Por: Patrícia Fahlbusch 01/05/2013


Município de Niterói entra no clima da Jornada Mundial da Juventude


No feriado, cerca de 150 católicos da igreja de São Sebastião de Itaipu estenderam enorme bandeira da JMJ no Costão de Itacoatiara. A ideia foi chamar atenção para o evento

O feriado foi para comemorar o Dia do Trabalhador, e realmente trabalho não faltou, na manhã de segunda, para os cerca de 150 católicos da Igreja São Sebastião de Itaipu, na Região Oceânica, que penduraram, no alto do Costão da Praia de Itacoatiara, uma bandeira de 20 metros de comprimento por 15 de altura com a frase ‘Ide e fazei discípulos entre todas as nações’. Este é o lema da 28ª edição do evento Jornada Mundial da Juventude (JMJ2013), que acontece de 23 a 28 de julho, no Rio de Janeiro, e contará com a presença do Papa Francisco.
Em Niterói, a Arquidiocese se prepara para receber pelo menos 800 peregrinos de todo o mundo durante a chamada Semana Missionária, que são os dias que antecedem a jornada, entre 15 e 22 de julho. O evento envolve os 14 municípios que compõem a Arquidiocese, divididos entre as regiões eclesiásticas: Lagos, Oceânico, Rural, São Gonçalo e Alcântara.
“Muitos voluntários se dispuseram em hospedar, em suas casas, os jovens que vêm para o Brasil participar do evento. Só da Polônia virão 60 jovens. Então precisamos de doações de alimentos e o que mais for necessário para manter essas pessoas em nossos lares. Pelas contas já feitas, cada hóspede necessita, por cada dia, em uma semana, de R$ 48 em alimentação. Por isso, contamos com a colaboração de empresas, de quem puder nos ajudar para fazer do evento um sucesso”, afirmou Iara Monteiro, 60 anos, uma das organizadoras do evento, e representante da comissão cultural e de relações institucionais da igreja.
A colocação da bandeira no alto do costão foi exatamente para chamar a atenção para a Semana Missionária e a Jornada Mundial da Juventude. A bandeira só ficou no local durante a manhã de quarta-feira e uma parte da tarde. A comissão de comunicação da igreja está recrutando voluntários que falem principalmente francês, inglês e espanhol para facilitar o diálogo entre os visitantes e a população local.
“As atividades diárias a serem oferecidas em cada paróquia já foram definidas e incluem Santa Missa, momentos de oração, ações sociais, confraternização, além de apresentações artísticas, culturais e teatrais, com a encenação de Nossa Senhora Aparecida, visitas a pontos históricos, e festivais de música”, explicou Eduardo de Oliveira Cortez, 48 anos, também integrante da comissão organizadora da semana, acrescentando que o evento visa facilitar o ingresso dos jovens no país de acolhida e preparar as dioceses rumo à JMJ Rio2013.
Falando em música, no dia 19 de maio, a Praia de Icaraí será palco do evento ‘Bote Fé Niterói’, a partir das 14 horas. As atrações incluem shows, louvor, santa missa e adoração com Olívia Ferreira, Missionário Shalom, Frutos de Medjugorje e Tony Allysson. Na JMJ de Madri, na Espanha, há dois anos, cerca de 300 mil jovens, de mais de 135 países, participaram da Pré-Jornada, acolhidos em 63 dioceses.
Festival gospel – Cerca de 35 mil pessoas acompanharam o Festival Promessas, evento de música gospel nacional que ocorreu no bairro Zé Garoto, em São Gonçalo, na tarde e noite de quarta-feira. A Rua Coronel Cerrado ficou tomada de evangélicos para assistir os shows dos cantores Aline Barros, Bruna Karla, Regis Danese e Davi Sacer.
Apesar do início do evento estar marcado para começar às 16h, a professora de educação física, Luciane Maciel, de 30, chegou às 14h para pegar um bom lugar. “Valeu a pena chegar mais cedo para estar aqui na frente”, comenta a professora que estava ansiosa para assistir o show da Aline Barros.
A assistente de serviços gerais, Márcia Nunes de Souza  Coelho, de 56, afirma que esta é a terceira vez que assiste um show gospel. “Adoro a maioria dos cantores gospel, mas o meu preferido é o Regis Danese”, declara a fã. Já a pescadora Cesária de Carvalho, de 40, estava pela primeira vez no festival. “Trouxe minha irmã e prima comigo”, diz animada, a pescadora.
Segundo o subsecretário de Defesa Civil, Adilson Alves, o evento contou com apoio de 60 policiais militares, 60 guardas municipais e 30 agentes da Defesa Civil e apoio de três ambulâncias. Alves, afirmou que nenhum incidente grave aconteceu.  O prefeito Neilton Mulim esteve presente abrindo o festival. “Este festival é uma confraternização do trabalhador e do religioso evangélico. É um evento experimental e, ao final, vamos avaliar as coisa que possam ter dado errado para corrigirmos no próximo. Distribuímos telões pela avenida para que todos pudessem assistir os shows além de ouvi-lo”, relatou o prefeito. (* colaborou Henrique Moraes)

O FLUMINENSE

sábado, 13 de outubro de 2012

MUSEU DE ARQUIOLOGIA DE ITAIPÚ NITEROI


"... cercado pelo mar, montanha e a duna Grande, o museu situa-se numa região belíssima..."

O Museu de Arqueologia de Itaipu (MAI) funciona nas ruínas do antigo Recolhimento de Mulheres de Santa Teresa na região oceânica de Niterói, cercado pelo mar, montanha e a duna Grande. Itaipu é uma região belíssima, com vista para a cidade do Rio de Janeiro e rodeada pela exuberância do Parque Estadual da Serra da Tiririca.
A sala de exposição funciona na antiga capela do Recolhimento. Um espaço pequeno, mas com uma museografia adaptada para contar em apenas 30 m² cerca de 8.000 mil anos de história da região

Museu e Comunidade

O Museu de Arqueologia de Itaipu foi criado a partir da aclamação da comunidade de pescadores local ainda em meados do século XX. Estes reconhecem a importância do prédio histórico e não resistem ao processo de tombamento, sendo agentes de valorização do patrimônio.
O MAI se situa no complexo do Parque Estadual da Serra da Tiririca, ao lado da colônia de pescadores e em frente a uma das praias mais visitadas na região. A ação antrópica traz impactos algumas vezes negativos para a região, motivando o Museu a criar ações educativas de cunho socioambiental e de apropriação do espaço pela comunidade.

OS MUSEUS



O Instituto Brasileiro de Museus é responsável pela administração direta de 30 museus.
Os museus são casas que guardam e apresentam sonhos, sentimentos, pensamentos e intuições que ganham corpo através de imagens, cores, sons e formas. Nesse sentido, o Ibram incentiva as unidades museológicas a desenvolverem projetos que enfatizam não apenas o aspecto cultural, mas também o social e o educacional, além das ações administrativas, que vêm contribuindo para o desempenho dos projetos realizados.
Conheça nossos museus:
Museu da Inconfidência – Ouro Preto (MG)
Localizado na antiga Casa de Câmara e Cadeia de Ouro Preto, o museu foi inaugurado em 1944 para preservar, pesquisar e divulgar objetos e documentos relacionados à Inconfidência Mineira. O acervo de 4 mil itens reúne peças históricas e artísticas que formam um conjunto articulado de testemunhos culturais do período, refletindo a relação de Vila Rica com a conspiração. O Panteão dos Inconfidentes guarda lápides com os restos mortais de 16 inconfidentes, incluindo o poeta Tomás Antônio Gonzaga.
Diretor: José Rui Guimarães Mourão
Endereço: Praça Tiradentes, 139 – Centro – Ouro Preto – MG.
Tel.: +55 (31) 3551-1121
Email: mdinc@museus.gov.br
Horários: De terça a domingo, das 12h às 17h30.
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Museu da República – Rio de Janeiro (RJ)
Conhecido como Palácio do Catete, o edifício que abriga o Museu da República foi construído em meados do século XIX pelo Barão de Nova Friburgo. Mais tarde, foi adquirido pelo governo federal para sediar a Presidência da República. Em 1960, logo após a transferência da capital para Brasília – e quando já haviam passado por lá 18 presidentes -, tornou-se sede do museu. A instituição oferece ao visitante um panorama da história republicana. Fotos, documentos, objetos, mobiliário e obras de arte dos séculos XIX e XX integram o acervo, exposto nos salões do Palácio. Um grande parque, teatro, livraria, cineclube, brinquedoteca e loja de design integram a estrutura. O museu contitui-se também como um espaço para reflexão crítica sobre a história e a cultura do país e busca cumprir sua função social de instituição ligada à educação.
Diretora: Magaly de Oliveira Cabral Santos
Endereço: Rua do Catete, 153 – Rio de Janeiro – RJ.
Tel: +55 (21) 3235-3693
Email: mr@museus.gov.br
Horários: Terça a sexta, das 10h às 17h, aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h.
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Localizado na cidade de Petrópolis, foi residência oficial de verão de Presidentes da República como Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e João Goulart, entre outros. Atualmente é administrado pelo Museu da República.
Diretora: Magaly de Oliveira Cabral Santos
Horários: De terça a sábado, das 10h às 17h.
Endereço: Av. Koeler, 255 – Petrópolis – RJ.
Tel: (24) 2246-2378/2423
Email: mprn@museus.gov.br
Horários: Terça a sábado, das 10h às 17h.
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Museu Histórico Nacional – Rio de Janeiro (RJ)
É um dos maiores museus do país e ocupa um conjunto arquitetônico de grande relevância histórica para a cidade do Rio de Janeiro. O acervo, de mais de 270 mil itens, é composto por pinturas, esculturas, armaria, viaturas, porcelanas, prataria e a maior coleção de moedas antigas da América Latina, além de uma biblioteca especializada em história do Brasil e um arquivo histórico, com documentos manuscritos e iconográficos.
Diretora: Vera Lúcia Brotel Tostes
Endereço: Praça Marechal Âncora, próximo à Praça XV – Rio de Janeiro – RJ. Centro – Rio de Janeiro (RJ).
Tel: (21) 2550-9220 / 2550-9224
Email: mhn@museus.gov.br
Horários: De terça a sexta-feira, das 10h às 17h30. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 18h. Fecha na segunda-feira.
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Museu Imperial - Petrópolis (RJ)
O Palácio Imperial de Petrópolis, hoje Museu Imperial, foi a residência de verão de D. Pedro II. O acervo, que tem como foco o Segundo Reinado, abrange móveis, adornos, objetos do cotidiano, esculturas, joias, prataria e outros itens. Coroas, cetro, os trajes majestáticos e a pena de ouro com a qual a princesa Isabel assinou a Lei Áurea fazem parte do acervo, assim como pinturas e uma biblioteca com 55 mil títulos de história do Brasil, uma coleção de obras raras com aproximadamente 8 mil itens, documentos e fotografias. O museu oferece aos visitantes uma série de eventos, como um espetáculo de som e luz que relata momentos importantes do Segundo Reinado.
Diretor: Maurício Vicente Ferreira Junior
Endereço: Rua da Imperatriz, nº 220 – Centro – Petrópolis – RJ.
Tel: (24) 2245-5550 e 2245-5560.
Email: mimp@museus.gov.br
Horários: De terça a domingo, das 11h às 18h
Bilheteria: de terça a domingo, das 11h às 17h30
Jardins: das 8h às 18h
Setores técnicos: das 13h30 às 17h30.
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Museu Lasar Segall - São Paulo (SP)
Sediado na residência e ateliê que pertenceu a Lasar Segall, o museu expõe obras do artista plástico e atua também como centro de atividades culturais, com visitas monitoradas, cursos nas áreas de literatura, gravura e fotografia, exposições e projeção de filmes. Abriga, ainda, uma ampla biblioteca especializada na arte dos espetáculos e fotografia.
Diretor: Jorge Schwartz
Endereço: Rua Berta, 111 – São Paulo – SP
Tel.: (11) 5574-7322
Email: mls@museus.gov.br
Horários: De quarta a segunda-feira, das 11h às 19h. Fechado às terças-feiras.
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Museu Nacional de Belas Artes – Rio de Janeiro (RJ)
O acervo do primeiro museu de artes do país conta atualmente com mais de 60 mil peças, entre obras de pintura, escultura, desenho e gravura brasileira e estrangeira, além de reunir um segmento significativo de arte decorativa, mobiliário, gliptíca, medalhística, arte popular, documentos e um conjunto de peças de arte africana. O museu possui a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX.
Diretora: Monica Xexéo
Endereço: Av. Rio Branco, 199, Centro (Cinelândia), Rio de Janeiro – RJ.
Tel: +55 (21) 2219-8474
Email: mnba@museus.gov.br
HoráriosDe terça a sexta-feira, das 10h às 18h e aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h
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O Museu Chácara do Céu, em Santa Teresa, e o Museu do Açude, na Floresta da Tijuca, são o legado do empresário e colecionador Raymundo Ottoni de Castro Maya, que, em 1962, criou uma fundação para preservar e dinamizar seu patrimônio artístico, doando suas coleções e suas duas residências, transformadas em museus. O acervo inclui pinturas, gravuras, desenhos, peças de mobiliário luso-brasileiro, prataria, cristais, tapetes, coleção de arte oriental e objetos de arte popular.
Museu da Chácara do Céu – Rio de Janeiro (RJ)
Diretora: Vera Maria Abreu de Alencar
Endereço: Rua Murtinho Nobre, 93 – Santa Teresa – Rio de Janeiro – RJ.
Tel: (21) 3970-1126
Email: mcc@museus.gov.br
Horários: Diariamente, exceto às terças-feiras, das 12h às 17h. Entrada franca às quartas. Fecha nos dias 1º Jan, Carnaval, Sexta-feira Santa, 21 de Abril, 1º maio, Corpus Christi, 7 de setembro, 12 de outubro, 2 de novembro, 15 de novembro, 25 de dezembro e 31 de dezembro.
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Museu do Açude – Rio de Janeiro (RJ)
Diretora: Vera Maria Abreu de Alencar
Endereço: Estrada do Açude, 764 – Alto da Boa Vista – Rio de Janeiro – RJ.
Tel: (21)3433-4990
Email: mdac@museus.gov.br
Horários: Diariamente, exceto às terças-feiras, das 11h às 17h. Entrada franca às quintas. Fecha nos dias 1º de janeiro, Carnaval, Sexta-feira Santa, 21 de abril, 1º de maio, Corpus Christi, 7 de setembro, 12 de outubro, 2 de novembro, 15 de novembro, 25 de dezembro e 31 de dezembro.
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Museu Villa-Lobos – Rio de Janeiro (RJ)
Instalado em um casarão tombado do século XIX, o Museu Villa-Lobos reúne objetos e documentos referentes à vida e à obra do compositor e maestro Heitor Villa-Lobos. O acervo tem mais de 53 mil itens, entre partituras (manuscritas e impressas), correspondências, recortes de jornais, discos, filmes, livros, condecorações, instrumentos musicais e objetos de uso pessoal.
Diretor: Wagner Tiso
Endereço: Rua Sorocaba, 200 – Botafogo – Rio de Janeiro – RJ
Tel: +55 (21) 2226-9818
Email: mvl@museus.gov.br
Horários: De segunda a sexta, das 10h às 17h.
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Museu Casa de Benjamin Constant – Rio de Janeiro (RJ)
O museu foi a residência de Benjamin Constant, figura de destaque na fundação da República brasileira. Adquirido pelo patrimônio público em 1891, logo após o falecimento de Benjamin Constant, o museu está localizado em uma área verde de 10,5 mil metros quadrados no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Possui uma exposição permanente de objetos, obras de arte e mobiliário que recriam o modo de vida do final do Século XIX e início do Século XX, época em que viveu Benjamin Constant.
Diretora: Elaine de Souza Carrilho
Endereço: Rua Monte Alegre, 255 – Santa Teresa – Rio de Janeiro – RJ.
Tel: (21) 3970-1177 / 3970-1168
Email: mcbc@museus.gov.br
Horários: Quarta-feira a sexta-feira, das 10h às 17h. Sábado e domingo, das 13h às 17h. O parque abre das 8h às 17h.
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Museu da Abolição – Recife (PE)
Criado em 1957, o Museu da Abolição – Centro de Referência da Cultura Afro-Brasileira está localizado no sobrado que foi sede do Engenho Madalena e residência do conselheiro abolicionista João Alfredo. O museu foi oficialmente inaugurado em 1983, com a exposição “O Processo Abolicionista Através dos Textos Oficiais”. Fechado em 1990, foi reaberto em 1996, no Dia do Patrimônio Cultural. O acervo dispõe de peças do cotidiano de senhores e escravos. Desde objetos ligados ao sincretismo religioso até aqueles utilizados no tráfico negreiro.
Diretora: Maria Elisabete Arruda de Assis
Endereço: Rua Benfica, 1150 – Madalena – Recife – PE.
Tel+55 (81)3228-3248 
Email: mab@museus.gov.br
Horários: Segunda a sexta, das 9h às 17h, aos sábados, das 13h às 17h
*Fechado aos domingos e na primeira segunda-feira de cada mês.
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Museu do Diamante – Diamantina (MG)
Instalado em um modelo de referência da arquitetura civil do século XVIII, o Museu do Diamante funciona na casa onde viveu o inconfidente padre Rolim. Em 1950, o imóvel foi tombado e tornou-se museu. O Museu do Diamante classifica e conserva elementos característicos de jazidas, formações e espécies de diamantes brasileiros, abordando também seu desenvolvimento e a influência na economia do país. O diversificado acervo conta com pinturas, esculturas, desenhos, cédulas, moedas, estampas, instrumentos musicais, indumentária, mobiliário, utensílios domésticos e de iluminação. O contexto social minerador é explorado por meio de ferramentas de mineração, armaria e instrumentos de tortura de escravos. O museu possui acervo fotográfico com imagens de personalidades, ruas, casas e monumentos da cidade, além de registros da mineração e do garimpo na região.
Diretora: Lilian Aparecida Oliveira
Endereço: Rua Direita, 14 – Centro – Diamantina – MG
Tel: (38)3531-1382
Email: museudodiamante@museus.gov.br
Horário: de terça à sábado das 10h:00 às 17h:00; Domingos e feriados das 09h:00 às 13h:00
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Museu do Ouro – Casa de Borba Gato – Sabará (MG)
Instalado na antiga Casa de Intendência e Fundição do Ouro da Vila Real de Nossa Senhora da Conceição do Sabará, o Museu do Ouro foi criado em 1945 e oficialmente inaugurado no dia 16 de maio de 1946. A instituição ocupa uma área total de 1.456 m²,sendo 714 m² de área edificada. O acervo totaliza 749 objetos, constituídos: mobiliário, armaria, porcelanas, imaginária religiosa e objetos ligados a prática da mineração (séculos XVIII e XIX). O Museu do Ouro possui ainda um arquivo histórico e uma biblioteca, localizados na Casa de Borba Gato, edificação do século XVIII. A Biblioteca possui 4.972 títulos registrados, entre os quais se encontram obras referentes à formação do Estado de Minas Gerais e do Brasil, arquitetura, história da arte, incluindo valiosa coleção de obras raras com edições que datam do século XVIII.
Diretor: Ricardo Alfredo de Carvalho Rosa
Endereço: Rua da Intendência, S/Nº – Centro – Sabará – MG.
Tel: (31) 3671-1848
Email: mdo@museus.gov.br
Horários: De terça a sexta-feira, das 10h às 17h; sábados e domingos, das 12h às 17h.
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Museu Regional de São João del-Rei (MG)
O Museu Regional de São João Del Rei é a antiga casa do Comendador João Antonio da Silva Mourão, homem de prestígio na época do Segundo Império. O prédio, um dos mais sofisticados do período, está voltado para a principal entrada da cidade,  foi tombado em 1946 e aberto à visitação, já como museu, em 1958. Seu acervo foi constituído, em sua maior parte, de peças de mobiliário, objetos de arte sacra e imaginária oitocentista procedentes de várias cidades de Minas.
Diretor: João Luiz Domingues Barbosa
Endereço: Rua Marechal Deodoro, 12 – Centro – São João Del Rei – MG.
Tel: (32) 3371-7663
Email: mrsjdr@museus.gov.br
Horários: Terça a domingo, das 12h30 às 17h30. A sala de exposições de curta duração funciona de segunda a domingo, das 9h às 12h.
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Museu Victor Meirelles – Florianópolis (SC)
A casa natal do pintor Victor Meirelles – um típico sobrado luso-brasileiro construído entre o final do século XVIII e o início do XIX – sedia o museu que leva o nome do pintor. O imóvel tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional preserva a memória do catarinense, um dos mais importantes artistas brasileiros do século XIX.
Diretora: Lourdes Rossetto
Endereço: Rua Victor Meirelles, 59 – Centro – Florianópolis – SC.
Tel: (48)  3223.3274  | 3225.4121
Email: mvm@museus.gov.br
Horários: De terça a sexta-feira, das 10h às 18hsábados, domingos e feriados, das 14h às 18h.
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Museu de Arte Sacra de Paraty – Paraty (RJ)
O museu, instalado na Igreja de Santa Rita, tem como objetivos a pesquisa, o estudo e a divulgação do seu acervo, testemunho histórico guardado por sucessivas gerações de paratyenses. As peças são provenientes das irmandades religiosas e de três igrejas de Paraty: Nossa Senhora dos Remédios, Nossa Senhora do Rosário, Nossa Senhora das Dores, além dos Passos da Paixão e capelas da zona rural.
Diretor: Júlio Cezar Neto Dantas
Endereço: Largo de Santa Rita, S/Nº – Paraty- RJ.
Tel: (24) 3371 8328
Email: masdp@museus.gov.br
Horários: De quarta a domingo, das 9h às 12h, e das 14h às 17h.
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Museu Forte Defensor Perpétuo – Paraty (RJ)
O Forte foi construído no Morro da Vila Velha ou Ponta da Defesa em 1793. Com o declínio econômico de Paraty, ficou em ruínas até 1822, quando foi reconstruído e recebeu o nome atual em homenagem a Dom Pedro I, Imperador e Defensor Perpétuo do Brasil. Atualmente, o casario apresenta seu interior autêntico, preservando três áreas distintas: a Casa do Comandante, o Quartel da Tropa e o Quartel dos Inferiores.
Diretor: Júlio Cezar Neto Dantas
Endereço: Morro do Forte, S/Nº – Centro Histórico – Paraty – RJ.
Tel: (24) 3373 1038
Email: mdfdpp@museus.gov.br
Horários: de terça a sexta, das 9h às 12h, e das 13h às 17h; aos sábados e domingos das 9h às 12h e das 14h às 17h. Às terças e domingos a entrada é gratuita.
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Museu das Missões – São Miguel das Missões (RS)
Projetado em 1940 pelo arquiteto Lucio Costa, o Museu das Missões está situado junto ao Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, considerado Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco. O museu reúne a maior coleção pública de imagens sacras e fragmentos missioneiros do Mercosul, expondo uma rica coleção da arte barroca elaborada pelos índios guarani nas reduções jesuíticas.
Diretor: Ariston Correia
Endereço: Rua São Nicolau, S/Nº – São Miguel das Missões – RS.
Tel: (55) 3381-1291
Email: museu.missoes@museus.gov.br
Horários: Todos os dias, das 9h às 12h e das 14h às 18h * Durante o horário de verão, o museu fica aberto até as 20h.
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Museu das Bandeiras – Cidade de Goiás (GO)
O Museu das Bandeiras ocupa a antiga Casa de Câmara e Cadeia da Província de Goyaz, prédio cuja construção foi finalizada em 1766, seguindo projeto da Coroa Portuguesa. Criado em 1949, o museu teve como núcleo inicial do acervo o arquivo documental da Delegacia Fiscal do Tesouro Nacional (Fazenda Pública). Esse conjunto de documentos representa uma das fontes de informação mais importantes sobre a administração pública da região Centro-Oeste durante o período colonial, imperial e republicano. Atualmente, o acervo é composto por 573 peças, incluindo objetos de arte sacra, mobiliário, vestuário, armamentos e utensílios domésticos.
Diretora: Girlene Chagas Bulhões
Endereço: Praça Brasil Ramos Caiado, Setor Central – Cidade de Goiás – GO.
Tel: (62) 3371-1087
Email: mdb@museus.gov.br
Horários: De terça a sábado, das 9h às 17h e aos domingos, das 9h às 14h.
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Museu Casa da Princesa (Casa Setecentista) – Pilar de Goiás (GO)
O Museu Casa da Princesa funciona na Casa Setecentista, antiga moradia senhorial do século XVIII localizada no centro histórico da cidade de Pilar de Goiás. O acervo de cerca de mil peças é formado por documentos históricos, fotografias e objetos (especialmente mobiliário e utensílios domésticos utilizados nos casarões de fazendas) que mostram formas do viver goiano dos séculos XVIII ao XX.
Diretora: Girlene Chagas Bulhões
Endereço: Rua da Cadeia, 270 – Centro – Pilar de Goiás – GO.
Tel.: (62) 3339-3120/3371-1087
Email: mcp@museus.gov.br
Horários: De terça a sábado, das 9h às 17h e aos domingos, das 9h às 12h.
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Museu de Arte Sacra da Boa Morte – Cidade de Goiás (GO)
Sediado na Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte (1762-1779), o museu pertence à Diocese de Goiás e é mantido e administrado pelo Ibram. O acervo é constituído de mais de 900 peças, entre objetos litúrgicos, prataria e obras do escultor e pintor goiano José Joaquim da Veiga Valle (século XIX).
Diretora: Girlene Chagas Bulhões
Endereço: Rua Luiz do Couto, S/Nº – Cidade de Goiás – GO.
Tel: (62) 3371-1087
Email: masbm@museus.gov.br
Horários: Terça a sábado, das 9h às 17h, domingos e feriados, das 9h às 13h.
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Museu de Arte Religiosa e Tradicional – Cabo Frio (RJ)
O Antigo Convento de Nossa Senhora dos Anjos sedia o museu, que oferece uma exposição permanente de arte sacra dos séculos XVII e XVIII e peças de mobiliário. O prédio, datado de 1686, é tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Diretora Interina: Sônia Maria Gaudereto Duarte
Endereço: Largo de Santo Antônio, S/Nº – Cabo Frio – RJ.
Tel: (22)2643-6898
Email: mart@museus.gov.br
Horários: De terça a sexta, das 10h às 12h e das 13h às 17h. Nos finais de semana e feriados, abre das 14h às 18h.
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O Museu Casa Histórica de Alcântara teve sua abertura ao público datada em novembro de 2004. Apesar de sua recente criação, o museu tem por missão remontar aos tempos do Brasil Imperial através de sua arquitetura colonial e de seu acervo, expondo a opulência dos hábitos e costumes do século XIX da aristocracia rural da cidade de Alcântara, Maranhão. As 958 peças e obras do Museu pertenceram a famílias que residiram na casa. Mobiliário, indumentárias, acessórios, louças, iconografias, cerâmicas e azulejos do acervo têm o objetivo de retratar a história doméstica do Brasil Monárquico para os alunos da educação básica, a comunidade em geral e os visitantes externos.
Diretora: Karina Waleska Scanavino Costa
Endereço: Praça da Matriz, nº 07 – Centro – São Luiz – MA.
Tel: (98) 3337-1515
Email: mcha@museus.gov.br
Horários: Segunda a sexta, das 9h30 às 16h30
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Museu de Arqueologia/Socioambiental de Itaipu – Niterói (RJ)
O museu está sediado nos remanescentes do Recolhimento de Santa Teresa, instituição fundada no começo do século XVIII. O acervo do museu é composto por artefatos produzidos pelos povos que viveram no litoral fluminense antes de 1500. São artefatos líticos e ósseos, concreções, matéria corante, ocre, restos ósseos humanos e remanescentes de fauna (aves, peixes e mamíferos), além de blocos testemunhos do Sambaqui de Camboinhas.
Diretor interino: Pedro Colares da Silva Heringer
Endereço: Praça de Itaipu, S/Nº – Itaipu – Niterói- RJ.
Tel: (21) 3701-2994
Email: mai@museus.gov.br
Horários: Terça a sexta, das 10h às 17h. Sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h
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Museu Regional Casa dos Ottoni – Serro (MG)
O Museu Regional Casa dos Ottoni ocupa uma construção do século XVIII, na cidade do Serro. Sua origem histórica está ligada aos Ottoni, descendentes de um ramo da família do bandeirante paulista Fernão Dias Paes Leme. Criado em 1949, o museu abriga acervo formado, principalmente, por imagens de arte católica (como as imagens de roca que saíam na Procissão de Cinzas e as que pertenceram à demolida igreja de Nossa Senhora da Purificação.
Diretor: Carlos Alberto Silva Xavier
Endereço: Praça Cristiano Ottoni, 72 – Praia – Serro – MG.
Tel: (38) 3541-1440 ou (31) 99024609
Email: mrco@museus.gov.br
Horários: Terça a sábado, das 10h às 18h, domingos e feriados, das 8h às 12h
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Museu Regional de Caeté – Caeté (MG)
Instalado em uma casa construída em fins do século XVIII, o museu guarda um acervo composto por mobiliário e objetos de época, além de peças de arte popular e de arte sacra de cunho popular. O museu também atua na preservação da riqueza cultural, dos saberes e fazeres do povo de Caeté e seus distritos, promovendo cursos e oficinas sobre técnicas artesanais tradicionais na região.
Diretora: Sônia Maria Barbosa
Endereço: Rua Doutor Israel Pinheiro, 176 – Centro – Caeté – MG.
Tel: (31) 3651-2388
Email: mrdc@museus.gov.br
Horários: De terça a domingo, das 12h às 17h
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Museu Casa da Hera – Vassouras (RJ)
A Casa da Hera foi erguida na primeira metade do século XIX, onde residiu a família de Joaquim José Teixeira Leite, grande advogado e comissário de café. Em 1952, a construção foi tombada como patrimônio nacional. Além de mobiliário, quadros e objetos de uso doméstico originais, o acervo inclui uma vasta biblioteca e uma importante coleção de trajes de origem francesa. A biblioteca possui 890 livros e três mil periódicos do século XIX. Há, ainda, um piano Henri Herz, raro exemplar do século XIX.
Diretora: Daniele de Sá Alves
Endereço: Rua Doutor Fernandes Júnior, 160 – Centro – Vassouras (RJ).
Tel: (24) 2471-2961
Email: casadahera@museus.gov.br
Horários: terça, quarta, quinta e sexta, das 10h às 17h. Sábados, domingos e feriados, 13h às 17h.
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Museu Solar Monjardim – Vitória (ES)
O Museu Capixaba foi criado em junho de 1939, no Quartel da Polícia Militar, com acervo multidisciplinar e eclético. Em 1952, foi transferido para a residência dos herdeiros do Barão de Monjardim e em 1966 recebeu acervo do Museu de Arte Religiosa. Na década de 1980, a instituição foi requalificada e renomeada pela então Fundação Pró-Memória e passou a se chamar Museu Solar Monjardim.
Diretora Interina: Flávia Limoeiro Figueiredo
Endereço: Av. Paulino Müller, s/ nº, Jucutuquara – Vitória – ES
Tel: +55 (27) 3223-6609
Horários: Terça a sexta das 09h30 às 16h30. Sábados, domingos e feriados das 13h às 17h. A entrada é franca e todas as visitas são monitoradas. O agendamento prévio por telefone é necessário apenas para grupos de 10 ou mais visitantes.
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Fundado em 1949 pelo naturalista capixaba Augusto Ruschi, o museu faz pesquisas biológicas, coleta material zoológico e botânico, desenvolve educação ambiental e atua na preservação da memória de seu criador. O MBML controla duas estações biológicas na cidade de Santa Teresa (Santa Lúcia e Caixa d’Água) e reúne em seu acervo científico de mais de 65 mil itens que atraem pesquisadores de todo o mundo.
Diretor: Hélio de Queiroz B. Fernandes
Endereço: Avenida José Ruschi, 4 – Centro – Santa Teresa – ES
Tel: +55 (27) 3259-1182
Horários: De terça a domingo, das 8h às 17h.
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