sábado, 20 de novembro de 2010



ORAÇÃO PELA FALTA DE DINHEIRO

Senhor, que a falta de dinheiro ou seu excesso, não nos seja nunca causa de perturbação, pois não deixais faltar o necessário para os que Vos buscam com sinceridade. Que não nos inquietemos, nos enchamos de ansiedade pelo dia de amanhã, lembrando-nos sempre de que Vós cuidais de nós como um Pai que realmente nos ama. Que vivamos dentro e nunca aquém de nossas possibilidades econômicas (Ecl 4, 9-10), e nunca negligenciemos os que buscam nossa ajuda. Dai-nos um espírito cooperador, um leal e amoroso companheirismo para que nunca nos mostremos desatenciosos ou preguiçosos um para com o outro. Que sempre outorguemos a nossos filhos e às pessoas em geral, exemplos de gratuidade no amor. Diante de nossos conflitos possamos resolvê-los todos pacificamente, em nosso trabalho nos comportemos como cristãos, quer sejamos patrões ou funcionários, e tenhamos sempre como prioridade, nossa família e nossos filhos. Que sejamos verdadeiro cooperadores atenciosos e gentis para que não nos tornemos pesados ao outro, sobrecarregando a quem dizemos amar. Senhor, conheceis as dificuldades pelas quais passamos: ajudai-nos a superar todos nossos problemas para que felizes, possamos ser verdadeiras testemunhas de Vosso santo amor no mundo. Amém.  
O arcebispo de Aparecida (SP), dom Raymundo Damasceno Assis, 73, foi nomeado cardeal pelo papa Bento 16 neste sábado. Ele é o 19º cardeal brasileiro da história da Igreja Católica.
20/11/2010 - 16h27
Com novo cardeal, cinco brasileiros podem se tornar papa

Com Assis, cinco brasileiros podem se tornar papa em um eventual novo conclave -- Cláudio Hummes, Geraldo Majella Agnelo, Eusébio Oscar Scheid e Odilo Pedro Scherer.

Papa Bento 16 defende uso da camisinha em casos de prostituição
Papa Bento 16 oficializa 24 novos cardeais; arcebispo brasileiro integra a lista

Alberto Pizzoli/AFP

O arcebispo de Aparecida (SP), dom Raymundo Damasceno Assis, foi nomeado cardeal pelo papa Bento 16 neste sábado
Os outros quatro cardeais --Eugênio de Araújo Sales, Paulo Evarito Arns, José Freire Falcão e Serafim Fernandes de Araújo-- têm mais de 80 anos e não podem participar do conclave que elegerá o sucessor de Bento 16.

Assis foi um dos 24 cardeais nomeados hoje. Amanhã, eles receberão o anel de cardeal na Basílica de São Pedro, no Vaticano.

No total, 20 dos novos cardeais têm menos de 80 anos.

Além do brasileiro, há um equatoriano, dois norte-americanos, um asiático, quatro africanos e 15 europeus entre os novos cardeais.

Compareceram à cerimônia de anúncio 150 cardeais de todo o mundo, bem como 7.000 fiéis e representantes oficiais dos países dos novos cardeais.

Antes da cerimônia, o Vaticano disse a bispos que eles terão de assumir mais responsabilidades para impedir o abuso sexual de padres sobre crianças.

Os cardeais realizaram uma rara reunião para discutir a liberdade religiosa e o abuso sexual.

Nascido no interior de Minas Gerais em 1937, Assis é presidente do Conselho Episcopal Latino-Americano e foi ordenado padre da Igreja Católica no ano de 1968.

Em 1986, foi nomeado bispo auxiliar de Brasília. Desde 2004, ele ocupa o arcebispado de um dos santuários católicos mais importantes do Brasil.

Veja a lista de novos cardeais

Raúl Eduardo Vela Chiriboga, 76 anos, arcebispo emérito de Quito (Equador).

Angelo Amato, 72 anos, italiano, prefeito da Congregação para a Causa dos Santos do Vaticano.

Robert Sarah, guineano, 65 anos, presidente do Conselho Pontifício "Cor Unum".

Raymond Leo Burke, americano, 62 anos, prefeito regional do Tribunal Supremo da Signatura Apostólica.

Kurt Koch, suíço, 60 anos, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos.

Mauro Piacenza, italiano, 66 anos, prefeito da Congregação para o Clero.

Velasio de Paolis, italiano, 75 anos, presidente da Prefeitura para os Assuntos Econômicos da Santa Sé e comissário para os Legionários de Cristo.

Gianfranco Ravasi, italiano, 68 anos, presidente do Conselho Pontifício para a Cultura.

Antonio Naguib, egípcio, 75 anos, patriarca Católico Copta de Alexandria (Egito).

Francesco Monterisi, italiano, 76 anos, arcipreste da Basílica de São Paulo, de Roma.

Fortunato Baldelli, italiano, 75 anos, penitenciário-mor.

Paolo Sardi, italiano, 76 anos, pró-patrono da Ordem de Malta.

Medardo Joseph Mazombwe, 79 anos, arcebispo emérito de Lusaka (Zâmbia).

Laurent Monsengwo Pasinya, 71 anos, arcebispo de Kinshasa (República Democrática do Congo).

Paolo Romeo, 72 anos, arcebispo de Palermo (Itália).

Donald William Wuerl, 70 anos, arcebispo de Washington (EUA).

Kazimier Nycz, 60 anos, arcebispo de Varsóvia (Polônia).

Albert Malcolm Ranjith, 63 anos, arcebispo de Colombo (Sri Lanka).

Reinhard Marx, 57 anos, arcebispo de Munique (Alemanha).

Cardeais com 80 anos ou mais

José Manuel Estepa Llaurens, 84 anos, arcebispo militar emérito da Espanha.

Elio Sgreccia, italiano, 82 anos, presidente emérito da Pontifícia Academia para a Vida.

Walter Brandmüller, alemão, 81 anos, presidente emérito do Pontifício Comitê de Ciências Históricas.

Domenico Bartolucci, italiano, 93 anos, mestre emérito da Capela Sistina.


NOMEAÇÃO DE CARDEAL BRASILEIRO









O Papa Bento XVI iniciou neste sábado (20), na basílica de São Pedro, a cerimônia solene para a nomeação de 24 novos cardeais, a terceira promoção de seu pontificado. Os novos "ministros" da Igreja, entre eles o brasileiro dom Raymundo Damasceno Assis, 73, arcebispo de Aparecida, receberam o barrete vermelho e o título cardinalício durante a cerimônia. Assis é o 19º cardeal brasileiro da história da Igreja Católica. Com ele, cinco brasileiros podem se tornar papa em um eventual novo conclave -- Cláudio Hummes, Geraldo Majella Agnelo, Eusébio Oscar Scheid e Odilo Pedro Scherer. Os outros quatro cardeais --Eugênio de Araújo Sales, Paulo Evarito Arns, José Freire Falcão e Serafim Fernandes de Araújo-- têm mais de 80 anos e não podem participar do conclave que elegerá o sucessor de Bento 16.

Sete Dons do Espírito Santo

Os Sete Dons do Espírito Santo são os valores centrais que se procuram no culto ao Divino Espírito Santo na forma como é praticado entre os devotos do culto nos Açores e nas regiões das Américas onde se sente a influência da imigração açoriana. Apesar de terem a sua origem no culto e pensamento da Igreja Católica Romana, a forma como os dons do Espírito Santo são hoje encarados diferem marcadamente da ortodoxia católica e das raízes bíblicas subjacentes.
Na realidade, os sete dons diferem marcadamente no seu conceito, e até em número, daqueles que são aceites pela generalidade das igrejas cristãs, já que na Primeira Epístola de Paulo aos Coríntios (12.8-11), é dito que os dons do Espírito Santo são nove, e não sete como aceite no culto popular.
Longe das discussões teológicas e doutrinárias, os sete dons, associados à esperança da chegada de um novo mundo, mais justo e sábio, são o que une os devotos do culto do Divino Espírito Santo, num contínuo doutrinário que assenta no joaquimismo medieval, e hoje dá vida às Irmandades do Divino Espírito Santo.
A melhor definição destes dons é aquela que vem directamente do povo que os sente. Para isso vale a pena, recorrer ao depoimento de um lavrador já octogenário da ilha Terceira, Açores, chamado Gregório Machado Barcelos, recolhido em 1996 por José Orlando Bretão. Nele encontra-se, vertida no sabor do vernáculo popular e da tradição oral[1], toda a súmula doutrinária e de bom comportamento social que tem por centro e por representação o Espírito Santo. Aquele idoso, quando lhe foi perguntado o que sabia acerca dos dons do Espírito Santo, utilizando a linguagem e os conceitos típicos do culto ao Divino nos Açores, respondeu[2]:
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É bom que o senhor me pergunte, porque acho que na cidade falam, falam e acertam pouco. Sem ofensa, até acho que não sabem nada, de nada. Mas eu digo como é que meu pai dizia e o pai dele lembrava muitas vezes como era. Eu digo que os dons do Espírito Santo são sete e são sete porque é assim mesmo, é um número que vem dos antigos, como as sete partidas do Mundo ou os sete dias da semana e não vale a pena estar a aprofundar muito porque não se chega a lado nenhum e só complica. E o primeiro dom do Espírito Santo é a Sabedoria – é o dom da inteligência e da luz. Quem recebe este dom fica homem de sabença. Os apóstolos estavam muito atoleimados e cheios de cagança e veio o Divino que botou o lume nas cabeças deles e eles ficaram mais espertinhos. Depois vem o dom do Entendimento. Este está muito ligado ao outro, mas aqui, quer dizer mais a amizade, o entendimento, a paz entre os homens. Este é assim: o Senhor Espírito Santo não é de guerras e quem tiver pitafe dum vizinho deve de fazer logo as pazes que é para ser atendido. E o terceiro dom do Espírito Santo é o do Conselho – o Espírito Santo é que nos ilumina a indica o caminho. É a luz, o sopro ou seja, o espírito. É por isso que tem a forma de uma Pomba, porque tudo cria e é amor e carinho. O quarto dom é o da Fortaleza, que vem amparar a nossa natural fraqueza – com este dom a gente damos testemunho público, não temos medo. Quem tem o Senhor Espírito Santo consigo tem tudo e pode estar descansado. Depois vem o dom da Ciência, do trabalho e do estudo. O saber porque é que as coisas são assim e não assado. É não ser toleirão nem atorresmado como muitos que há para aí. O senhor sabe! O dom da Piedade e da humildade é o sexto dom. Quer dizer que o Senhor Espírito Santo não faz cerimónia nem tem caganças. Assim os irmãos devem ser simples e rectos. E depois, por derradeiro, vem o sétimo dom que é o Temor mas não é o temor de medo. É o temor de respeito – para cá e para lá. A gente respeita o Espírito Santo porque o Senhor Espírito Santo respeita a gente. Temor não é andar de joelhos esfolados ou pés descalços a fazer penitências tolas: é fazer mas é bodos discretos com respeito mas alegria que o Espírito Santo não tem toleimas nem maldades escondidas. É isto que são os sete dons do Espírito Santo e o senhor se perguntar por aí ninguém vai ao contrário, fique sabendo.
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Este culto e estes conceitos, apesar de nem sempre terem tido uma convivência pacífica com a hierarquia católica nas ilhas, acabaram por ganhar aceitação generalizada, como aliás o demonstram a adesão popular às cerimónias do Espírito Santo e a crescente ligação entre estas e a igreja. Aliás, foi simbólico o facto do bispo de Angra, D. António de Sousa Braga, ter presidido em 1997 ao terço do Espírito Santo em São Carlos, dando simbolicamente àquele culto a sanção oficial da Igreja Católica.

Origem bíblica

Os Sete Dons do Espírito Santo, exactamente como são citados pela tradição católica e que se tornaram fonte de devoção popular, são enumerados na Bíblia no versículo 2 do capítulo 11 do Livro do Profeta Isaías: "Sobre ele repousará o Espírito do Senhor, espírito de SABEDORIA e de ENTENDIMENTO, espírito de CONSELHO e de FORTALEZA, espírito de CIÊNCIA (e de PIEDADE*) e de TEMOR DE DEUS" (*Vulgata). A lista de nove itens encontrada no versículo 22 do capítulo 5 da Epístola de Paulo aos Gálatas se refere aos frutos do Espírito: "Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, temperança (autodomínio)". Nos versículos 8 a 10 do capítulo 12 da Primeira Epístola de Paulo aos Coríntios são enumerados nove dons do Espírito e no versículo 28 mais alguns. Numerosos hermeneutas e exegetas da Bíblia entendem que essas listas de enumerações são exemplificativas, que os dons do Espírito são de infinita diversidade, pois "há diversidade de dons e cada um recebe o dom de manifestar o Espírito para o que for útil para todos" (cf. 1Cor 12, 4-7). Segundo esses estudiosos, o número sete no contexto bíblico significa universalidade, totalidade, perfeição; receber os sete dons do Espírito significa, portanto, receber todos os seus inúmeros dons.

REVELAÇÃO DIVINA

REVELAÇÃO DIVINA

Revelação divina é a denominação, de modo genérico, para todo conhecimento transmitido ao homem diretamente por Deus ou mais supostos deuses (muitas vezes o meio por onde este conhecimento foi passado também é chamado assim).
A revelação é o ato de revelar ou desvendar ou tornar algo claro ou óbvio e compreensível por meio de uma comunicação ativa ou passiva com a Divindade. A Revelação pode originar-se diretamente de uma divindade ou por um intercessor ou agente, como um anjo ou santidade; alguém que tenha experenciado tal contato é denominado profeta.

Exemplos de "Revelações":
Bíblia
Tradição católica
Torá
Alcorão
Vedas
Índice [esconder]
1 Na Bíblia
2 Na Igreja Católica
3 Ver também
4 Referências


Na Bíblia

Segundo as Sagradas Escrituras, no livro de Ezequiel, capítulo 33, Deus esclarece: "E veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo: Filho do homem, fala aos filhos do teu povo, e dize-lhes: Quando eu fizer vir a espada sobre a terra, e o povo da terra tomar um homem dos seus termos, e o constituir por seu atalaia (profeta); E, vendo ele que a espada vem sobre a terra, tocar a trombeta e avisar o povo; e aquele que ouvir o som da trombeta, não se der por avisado, e vier a espada, e o alcançar, o seu sangue será sobre a sua cabeça. Ele ouviu o som da trombeta, e não se deu por avisado, o seu sangue será sobre ele; mas o que se dá por avisado salvará a sua vida. Mas, se quando o atalaia vir que vem a espada, e não tocar a trombeta, e não for avisado o povo, e a espada vier, e levar uma vida dentre eles, este tal foi levado na sua iniqüidade, porém o seu sangue requererei da mão do atalaia. A ti, pois, ó filho do homem, te constituí por atalaia sobre a casa de Israel; tu, pois, ouvirás a palavra da minha boca, e lha anunciarás da minha parte. Se eu disser ao ímpio: O ímpio, certamente morrerás; e tu não falares, para dissuadir ao ímpio do seu caminho, morrerá esse ímpio na sua iniqüidade, porém o seu sangue eu o requererei da tua mão. Mas, se advertires o ímpio do seu caminho, para que dele se converta, e ele não se converter do seu caminho, ele morrerá na sua iniqüidade; mas tu livraste a tua alma"
Nesse capítulo Deus ensina que a revelação dada a um homem deve ser informada a toda humanidade.
Livros com revelações divinas (proféticos) da Bíblia,
No Antigo Testamento: Isaias Jeremias Ezequiel Daniel - Profetas menores: Oséias Joel Amos Obadias Jonas Miquéias Naum Habacuque Sofonias Ageu Zacarias Malaquias
Livro profetico Novo Testamento: Apocalipse

Na Igreja Católica

Segundo a Doutrina católica, "Deus revela-se ao homem [...], mediante acontecimentos e palavras", para que o homem conheça Deus e o "seu desígnio de benevolência, que Ele, desde a eternidade, preestabeleceu em Cristo a favor dos homens. Tal desígnio consiste em fazer participar, pela graça do Espírito Santo, todos os homens na vida divina, como seus filhos adoptivos no seu único Filho, que é Jesus Cristo.[1] Esta Revelação infalível, manifestada já desde do princípio do mundo e ao longo dos séculos que correpondem ao Antigo Testamento, é plenamente realizada e completada em Jesus Cristo.[2] "Com a morte e a ressurreição de Cristo, nada mais será revelado aos homens até à Parusia".[3] Mas, "apesar de a Revelação já estar completa, ainda não está plenamente explicitada. E está reservado à fé cristã apreender gradualmente todo o seu alcance, no decorrer dos séculos".[4]
A partir daí, com a assistência e inspiração sobrenatural do Espírito Santo, a Revelação imutável e inalterável é transmitida ininterrupta e integralmente pela Igreja, através de uma dupla Tradição (oral e escrita) indissociável.[5]
Apesar de a Revelação divina já estivesse completada em Jesus, isto não impede que, "no decurso dos séculos, tem havido revelações ditas «privadas», algumas das quais foram reconhecidas pela autoridade da Igreja". Mas, estas revelações privadas (ex: as aparições marianas) "não pertencem ao depósito da fé. O seu papel não é «aperfeiçoar» ou «completar» a Revelação definitiva de Cristo, mas ajudar a vivê-la mais plenamente, numa determinada época da história".[6] "O Magistério da Igreja, ao qual compete discernir as revelações privadas, não pode, por isso, aceitar aquelas que pretendem superar ou corrigir a Revelação definitiva que é Cristo".[7]