domingo, 20 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
Obras na Igreja de Nossa Senhora, na Boa Viagem, começam em 30 dias
Iphan já dispõe de R$ 380 mil para os primeiros gastos com a reforma do monumento. Diretor do instituto diz que repercussão na mídia foi fundamental para retomada dos trabalhos
Uma boa notícia para a Boa Viagem. A histórica igreja dedicada à Nossa Senhora, construída em 1650 e tombada em 1938, começa a receber reparos emergenciais em até 30 dias. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) já conta com R$ 380 mil para os serviços de escora e recuperação de telhado. Apesar das obras emergenciais, ainda não há previsão de restauro e reabertura do espaço.
“A repercussão na mídia na última semana foi importante para alertar sobre a seriedade do caso e também do nosso trabalho. Ainda não temos o orçamento deste ano, mas uma rubrica emergencial foi feita especificamente para o trabalho na igreja. As obras devem começar no próximo mês. Estou realmente feliz por conseguir isto e agora é torcer para fechar a licitação rapidamente”, explicou Carlos Fernando Andrade, superintendente do Iphan Rio.
Uma restauração completa da Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem e do restante do conjunto arquitetônico da ilha, no entanto, ainda não é palpável. Dependeria de investimento externo, uma vez que o orçamento anual do instituto, de cerca de R$ 3 milhões, não comportaria a obra. Para o Iphan, a saída seria a União dos Escoteiros do Brasil (UEB), que detém a guarda da ilha, elaborar um projeto e conseguir aprova-lo para a Lei Rouanet, de incentivos fiscais.
A verba que acaba de ser liberada para o orçamento do instituto será empregada na recuperação total dos telhados, escoramentos estruturais, reparos na torre sineira e no reboco e também revisão das instalações elétricas. Estes problemas foram selecionados por oferecerem risco de agravamento no estado do monumento.
O FLUMINENSEVerão: niteroienses já se despedem da estação mais quente do ano
Com a chegada do outono, no domingo, a previsão é de que as próximas semanas serão chuvosas. Em 2010 e 2011, a temperatura foi mais baixa em relação aos verões anteriores
Os amantes de praia e sol terão que se despedir da estação mais quente do ano, pois o verão está chegando ao fim. A partir deste sábado, ás 20:21 horas, será possível perceber uma queda na temperatura, principal característica do outono.
Segundo Marcelo Pinheiro, meteorologista da Climatempo Consultoria, o verão de 2010 e 2011 apresentou temperatura mais baixa em relação ao verão de 2009 e 2010.
“O Rio de Janeiro apresentou nesse verão temperaturas que até chegaram a 40° em alguns dias, mas nada comparado ao ano anterior. Na primeira quinzena de janeiro percebemos uma grande frente fria no Estado. Na Região Serrana houve um fenômeno chamado zona de convergência do Atlântico Sul, que ficou estacionada no local. Observamos também uma faixa de nuvens posicionadas da Região Sudeste à Região Norte, fazendo com que o verão fosse menos quente”.
O meteorologista completou dizendo que os próximos dias serão chuvosos no Rio de Janeiro, pois o fim de verão e início do outono é uma época marcada por pancadas de chuvas. Mas enquanto a temperatura não diminui, as praias do Município de Niterói continuam cheias.
“Estou aproveitando os últimas dias de sol porque sei que não vai durar muito tempo. Não gosto de frio, nem de chuva, por isso esperarei ansiosa para o próximo verão”, afirmou a auxiliar administrativa Joseane Machado, de 26 anos.
E para os que já estão sentindo saudade do calor, a meteorologia não traz boas notícias. O último final de semana do verão será de sol, mas com aumento de nuvens e pancadas de chuva a qualquer hora. Mas existem aqueles que não estão preocupados com isso, e afirmam que os programas tipicamente tropicais como ir á praia, podem ser feitos mesmo com o clima úmido.
Surf- Amantes do esporte se deliciaram nas ondas da Praia de Icaraí na sexta-feira.
O FLUMINENSE
DENGUE NO RIO DE JANEIRO
Notificações sobre a doença transmitida pelo mosquito aedes aegypti cresceram 767% somente no município fluminense. De janeiro a março deste ano foram registrados 445 casos, contra 58 em 2010
As notificações dos casos suspeitos de dengue aumentaram 767% em Niterói, entre os meses de janeiro e março deste ano em relação ao mesmo período de 2010. Em 2011 foram contabilizados 445 casos e no ano passado foram 58. Os dados são referentes ao último levantamento da Coordenação de Vigilância em Saúde (Covig), realizado este mês. Segundo a Fundação Municipal de Saúde (FMS), a quantidade de notificações não caracteriza epidemia, mas os moradores da cidade devem ficar em alerta e fazer a sua parte para manter a situação sob controle.
O relatório mostrou que o bairro com mais casos registrados é o Fonseca, com 92 notificações. Em segundo vem Itaipu, com 55, seguido de Piratininga, com 36. Outras localidades como Engenho do Mato, Cafubá, Camboinhas, Maravista, Muriqui, Rio do Ouro, Santo Antônio, Serra Grande e Várzea das Moças apresentam casos da doença, um total de 64 casos. Icaraí teve 25; Ingá, 14; Santa Rosa, 13; e Largo da Batalha, 11.
A Zona Norte também contabilizou outros doentes. Ao todo foram 113 casos. Destes, 33 foram na Engenhoca, 12 no Caramujo, sete no Cubango e duas no Viçoso Jardim.
O presidente da FMS, secretário Euclides Bueno Neto, explicou a importância da colaboração dos moradores. “Todos devem estar em alerta e colaborar com as ações municipais de combate ao mosquito Aedes Aegypti. A parceria entre o poder público e a população ainda é a estratégia mais eficaz no controle dos focos do vetor”, explicou.
Para conter o avanço da doença, o Departamento de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonoses (Devic) está realizando diversas ações, como visitas às residências pelos agentes de saúde, palestras em unidades escolares e empresas e distribuição de panfletos, entre outras.
Brasil - O Ministério da Saúde divulgou, na sexta-feira, a confirmação de 51 mortes em janeiro e fevereiro deste ano em decorrência da dengue. Segundo o balanço oficial, 79 casos foram descartados e 112 ainda estão em investigação.
O estado com mais casos foi o Ceará, com 12 óbitos. seguido pelo Amazonas (10) e Rio de Janeiro (8). No Acre, Pará, Maranhão, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Goiás também houve registros de mortes.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Apresentação - Almas gêmeas Niterói e Rio de Janeiro
Cidades têm alma? Se têm, seguramente o Rio e Niterói são almas gêmeas.
Niteroienses e cariocas se interligam irmanados em torno da mais linda baía do mundo. Esse paraíso na terra tem seus caprichosos contornos desenhados do lado de cá e do lado de lá do mar: verdes de vegetação – que queremos sempre verdes – debruçados sobre o azul do mar, que às vezes se transfiguram em verdes claros ou escuros, na ondulação que reflete um céu como não há outro no mundo; céu coalhado de estrelas, como se a Via Láctea, com o Cruzeiro do Sul dependurado em seu seio luminoso, não encontrasse espelho melhor para se mirar. E mesmo os paredões de arranha-céus se humanizam – Icaraí de uma lado, Copacabana de outro -, com curvaturas sinuosas ajudando a formar o cartão postal perene e grandioso, que encanta os turistas do mundo todo e do próprio Brasil.Cidades têm alma? Se têm, seguramente o Rio e Niterói são almas gêmeas.
Niteroienses e cariocas se interligam irmanados em torno da mais linda baía do mundo. Esse paraíso na terra tem seus caprichosos contornos desenhados do lado de cá e do lado de lá do mar: verdes de vegetação – que queremos sempre verdes – debruçados sobre o azul do mar, que às vezes se transfiguram em verdes claros ou escuros, na ondulação que reflete um céu como não há outro no mundo; céu coalhado de estrelas, como se a Via Láctea, com o Cruzeiro do Sul dependurado em seu seio luminoso, não encontrasse espelho melhor para se mirar. E mesmo os paredões de arranha-céus se humanizam – Icaraí de uma lado, Copacabana de outro -, com curvaturas sinuosas ajudando a formar o cartão postal perene e grandioso, que encanta os turistas do mundo todo e do próprio Brasil.Cidades têm alma? Se têm, seguramente o Rio e Niterói são almas gêmeas.
Independentemente de fusões e desfusões, essas almas citadinas sempre foram interligadas, durante séculos, quando o Rio exibia orgulhoso a condição de capital do país e Niterói ostentava, igualmente com orgulho, seu status de capital do Estado do Rio.
Lembremo-nos de que, há muitos séculos, as águas então límpidas da Baía de Guanabara eram singradas pelos barcos velozes de altivos e corajosos guerreiros, como Araribóia, esse filho de Maracajá-Guaçu e cacique da tribo dos Temiminós, que se bateu por toda a terra, sua terra, independente dos lados de cá e de lá.
A ponte somente aproximou fisicamente esses dois lugares, cujas almas de cidade sempre estiveram em simbiose. Ir trabalhar no Rio, para os fluminenses, sempre foi habitual; veranear em Niterói, uma dádiva para os cariocas.
Os corações das duas cidades sempre estiveram ligados por veias e artérias, das quais a ponte é apenas mais uma, talvez a que tenha levado para o outro lado, ainda bem provinciano, a contaminação das mazelas urbanas da cidade maior e cosmopolita, que o Rio sempre foi.
Lembremo-nos de que, há muitos séculos, as águas então límpidas da Baía de Guanabara eram singradas pelos barcos velozes de altivos e corajosos guerreiros, como Araribóia, esse filho de Maracajá-Guaçu e cacique da tribo dos Temiminós, que se bateu por toda a terra, sua terra, independente dos lados de cá e de lá.
A ponte somente aproximou fisicamente esses dois lugares, cujas almas de cidade sempre estiveram em simbiose. Ir trabalhar no Rio, para os fluminenses, sempre foi habitual; veranear em Niterói, uma dádiva para os cariocas.
Os corações das duas cidades sempre estiveram ligados por veias e artérias, das quais a ponte é apenas mais uma, talvez a que tenha levado para o outro lado, ainda bem provinciano, a contaminação das mazelas urbanas da cidade maior e cosmopolita, que o Rio sempre foi.
Outras ligações, mais lentas e românticas, são as barcas, hoje também aceleradas com as versões de aerobarcos e catamarãs. Geniais meios de transporte, as barcas sempre foram mirantes móveis e privilegiados. Atravessar a baía, mesmo rumo a um trabalho estafante sempre garantiu aos passageiros o bálsamo de uma viagem tranqüila, que acalma os espíritos mais preocupados, as mentes mais estressadas. Antigamente, meia hora, vinte minutos, hoje em tempo mais reduzido nos barcos mais rápidos – não importa: o remédio benfazejo é o mesmo.
Almas gêmeas de duas cidades muito belas, com tanta afinidade que até as piadas, de parte a parte, mal escondem o carinho trocado entre cariocas e “papa-goiabas”.
Oxalá haja sempre, e cada vez mais, cidades que possam viver assim, como almas gêmeas. Gêmeas porém diferentes, com respeito à riqueza de diversidade.
Longe de serem alienados – ignorando suas mazelas político-sociais, econômicas e a realidade cruel da miséria e da violência – niteroienses e cariocas têm a plena consciência do que são e do que almejam, e também do que desejam para suas maravilhosas cidades.
Niteroienses por nascimento ou, como eu, por adoção voluntária e a cada dia mais gostosamente reafirmada, são apaixonados por sua cidade. E sorriem, maravilhados, ao ver em Niterói tantos cariocas e toda uma brasileirada de outros Estados. Sorriem hospitaleiramente – até porque cada niteroisense é a manifestação viva, real, concreta, incontestável do carinhoso apelido pelo qual nossa cidade é conhecida: Cidade Sorriso.
MERCADO DE PEIXE EM NITEROI
Educar e catequizar. Este era o lema dos jesuítas, essa brava coorte de religiosos fundada por Santo Ignácio de Loyola, ele mesmo um soldado convertido.
Organizadíssimos, os jesuítas impregnaram nossa nacionalidade. Basta lembrar que lhes pode ser tributada grande parte da preservação da unidade nacional, por conta de seu empenho na criação de uma língua geral neste mundaréu tropical a que chegaram as caravelas de Cabral.
Porém, mais decisiva ainda foi sua influência na história da educação brasileira. Durante 210 anos, esses “soldados de Cristo” comandaram a educação no Brasil, até sua expulsão, por ordem do famoso Marquês de Pombal.
Pondo em prática a missão prevista em seu lema, os jesuítas disseminaram pelas terras brasílicas os dois instrumentos de sua ação: igrejas e escolas.
Quando se foram, os padres da Companhia de Jesus deixaram em milhares de outeiros, em pequenos lugarejos por eles mesmo fundados, ou em cidades maiores, igrejas e capelas que fizeram construir. Uma delas ali está, quase debruçada sobre o mar: é a Igreja de São Francisco.
De longe, parece uma igrejinha frágil, de uma fragilidade bela, com seu branco e azul bem integrado à paisagem. Mas de perto, apesar das relativamente pequenas dimensões, mostra uma impressionante solidez, como a testemunhar o empenho e a coragem com que as casas de Deus eram construídas, nessa guerra de colonização em busca da conquista dos corpos e das almas dos gentios.
Até pouco tempo o bairro de São Francisco era denominado “Saco de São Francisco”, nome que o purismo de alguns baniu, mas que continua a ser usado pelos niteroienses zelosos de seu passado e de suas tradições. Esse “saco” seria, quase com certeza, o fundo da Baía de Guanabara. E a história da igreja começa aí, em meados do século XVII, quando foram mensuradas as “terras do saco”, onde havia, além da aldeia indígena de São Lourenço, a fazenda do Capitão Mateus Antunes, mais tarde vendida aos jesuítas.
Entre 1662 e 1696, foi construída a capela, cujo autor provável é o arquiteto jesuíta Lourenço Gonçalves.
Quando os jesuítas foram expulsos, seus bens foram vendidos. A construção só voltaria a ser propriedade da Igreja por ocasião da Proclamação da República.
Vemos que a história concede importância àquela igrejinha. No entanto, sua majestade parece vir mesmo de sua existência, simples e bela, num lugar de onde nossa visão domina a praia, com as águas parecendo formar um imenso e indócil tapete verde, com suas pregas do ir e vir das ondas.
Raros lugares oferecem tanta paz para a contemplação, tanto da paisagem quanto do interior de nós mesmos. É gostoso estar ali; deixar-se ficar, simplesmente, olhando as folhas que caem serenamente de mangueiras centenárias; vendo barquinhos de regatas enfunando suas velas brancas, como a repetir um passado de onde se avistavam garbosas naus; ou simplesmente vendo o sol se pôr sobre a Baía de Guanabara, como não se põe sobre nenhum outro lugar do mundo.
Vez por outra, a igrejinha se engalana. São os niteroienses que resolvem fazer da capela e de sua área externa o lugar sagrado de sua união em casamento. Então, a veneranda igrejinha se adapta aos tempos, e acolhe desde convivas preocupados com a própria elegância e suas convenções à cerimônia sempre tocante da união conjugal.
Santo Ignácio de Loyola e o próprio São Francisco certamente se sentiriam à vontade nesse pequeno grande templo à beira do mar. Como neles, e em suas vidas e obras dedicadas a Deus, há simplicidade, beleza, humildade, fortaleza voltada para o bem, louvor ao espírito, fé…
Organizadíssimos, os jesuítas impregnaram nossa nacionalidade. Basta lembrar que lhes pode ser tributada grande parte da preservação da unidade nacional, por conta de seu empenho na criação de uma língua geral neste mundaréu tropical a que chegaram as caravelas de Cabral.
Porém, mais decisiva ainda foi sua influência na história da educação brasileira. Durante 210 anos, esses “soldados de Cristo” comandaram a educação no Brasil, até sua expulsão, por ordem do famoso Marquês de Pombal.
Pondo em prática a missão prevista em seu lema, os jesuítas disseminaram pelas terras brasílicas os dois instrumentos de sua ação: igrejas e escolas.
Quando se foram, os padres da Companhia de Jesus deixaram em milhares de outeiros, em pequenos lugarejos por eles mesmo fundados, ou em cidades maiores, igrejas e capelas que fizeram construir. Uma delas ali está, quase debruçada sobre o mar: é a Igreja de São Francisco.
De longe, parece uma igrejinha frágil, de uma fragilidade bela, com seu branco e azul bem integrado à paisagem. Mas de perto, apesar das relativamente pequenas dimensões, mostra uma impressionante solidez, como a testemunhar o empenho e a coragem com que as casas de Deus eram construídas, nessa guerra de colonização em busca da conquista dos corpos e das almas dos gentios.
Até pouco tempo o bairro de São Francisco era denominado “Saco de São Francisco”, nome que o purismo de alguns baniu, mas que continua a ser usado pelos niteroienses zelosos de seu passado e de suas tradições. Esse “saco” seria, quase com certeza, o fundo da Baía de Guanabara. E a história da igreja começa aí, em meados do século XVII, quando foram mensuradas as “terras do saco”, onde havia, além da aldeia indígena de São Lourenço, a fazenda do Capitão Mateus Antunes, mais tarde vendida aos jesuítas.
Entre 1662 e 1696, foi construída a capela, cujo autor provável é o arquiteto jesuíta Lourenço Gonçalves.
Quando os jesuítas foram expulsos, seus bens foram vendidos. A construção só voltaria a ser propriedade da Igreja por ocasião da Proclamação da República.
Vemos que a história concede importância àquela igrejinha. No entanto, sua majestade parece vir mesmo de sua existência, simples e bela, num lugar de onde nossa visão domina a praia, com as águas parecendo formar um imenso e indócil tapete verde, com suas pregas do ir e vir das ondas.
Raros lugares oferecem tanta paz para a contemplação, tanto da paisagem quanto do interior de nós mesmos. É gostoso estar ali; deixar-se ficar, simplesmente, olhando as folhas que caem serenamente de mangueiras centenárias; vendo barquinhos de regatas enfunando suas velas brancas, como a repetir um passado de onde se avistavam garbosas naus; ou simplesmente vendo o sol se pôr sobre a Baía de Guanabara, como não se põe sobre nenhum outro lugar do mundo.
Vez por outra, a igrejinha se engalana. São os niteroienses que resolvem fazer da capela e de sua área externa o lugar sagrado de sua união em casamento. Então, a veneranda igrejinha se adapta aos tempos, e acolhe desde convivas preocupados com a própria elegância e suas convenções à cerimônia sempre tocante da união conjugal.
Santo Ignácio de Loyola e o próprio São Francisco certamente se sentiriam à vontade nesse pequeno grande templo à beira do mar. Como neles, e em suas vidas e obras dedicadas a Deus, há simplicidade, beleza, humildade, fortaleza voltada para o bem, louvor ao espírito, fé…
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