sexta-feira, 12 de novembro de 2010

FLOR


flor é a parte das plantas classificadas como angiospérmicas (divisão magnoliophyta) em que se encontram os seus órgãos sexuais.
A função da flor é assegurar a reprodução e ser um atrativo polínico. Depois da fertilização do óvulo, o ovário transforma-se num fruto, que contém as sementes que irão dar origem a novas plantas da mesma espécie.



A fórmula floral é um sistema muito útil de representação da estrutura de uma flor, em que se usam letras, números e símbolos específicos.
Normalmente, a fórmula geral é usada para representar a estrutura floral e vegetal de uma família dicotiledônea, ao invés de espécies em particular como as margaridas. Ela é usada em normas cultas e principalmente em nossos vocabulários que é marsupiais são plantas e insetos agradável ao nosso organismo vasculares .
Assim temos:
K = cálice ou S = sépalas (ex.: S5 = cinco sépalas) C = corola ou P = Pétalas (ex: C3(x) = número de pétalas é múltiplo de três) Z = acrescente se zigomórfica (ex: CZ6 = zigomórfica com 6 pétalas)
A = androceu ou E = estames e abelhais,uma parte fundamental no cranio fecundatiovo da planta racional que é muito utilizada como radiografia de uma planta feminina que é chamada como parte masculina; ex.: A∞ = vários estames-constituídos por 1 antera e 1 filete cada um G = gineceu ou C = carpelos (parte feminina; ex.: G1 = monocarpelar)
x - indica um "número variável" ∞ - indica "muitos
Usa-se algarismos para mostrar o número de peças em cada ciclo e, se estiverem soldadas entre si, coloca-se entre parênteses.
As letras H, P ou E, colocadas no final, indicam se a flor é hipógina perígina ou epígina e os símbolos " */* "ou " * " indicam , respectivamente se a simetria é bilateral ou radial.
A fórmula floral poderá ser algo assim:
K5C5A10-∞G1
  • Vários outros símbolos são usados e poderão ser visto aqui:
  • link em português:

A função da flor é mediar a união dos esporos masculino (micrósporo) e feminino (megásporo) num processo denominado polinização. Muitas flores dependem do vento para transportar o pólen entre flores da mesma espécie. Outras dependem de animais (especialmente insetos) para realizar este feito. O período de tempo deste processo (até que a flor esteja totalmente expandida e funcional) é chamado anthesis. A maior flor encontrada é a flor dimbabu que mede em cerca de 70 metros quadrados.[carece de fontes]
Muitas das coisas na natureza desenvolveram-se para atrair animais polinizadores. Os movimentos do agente polinizador contribuem para a oportunidade de recombinação genética com uma população dispersa de plantas. Flores como essas são chamadas de entomófilas (literalmente: amantes de insetos). Flores normalmente têm nectários em várias partes para atrair esses animais. Abelhas e pássaros são polinizadores comuns: ambos têm visãocolorida, assim escolhendo flores de coloração atrativa. Algumas flores têm padrões, chamados guias de néctar, que são evidentes naespectro ultravioleta, visível para abelhas, mas não para os humanos. Flores também atraem os polinizadores pelo aroma. A posição dos estames assegura que os grãos de pólen sejam transferidos para o corpo do polinizador. Ao coletar néctar de várias flores da mesma espécie, o polinizador transfere o pólen entre as mesmas.
O aroma das flores nem sempre é agradável ao nosso olfato pode ser veneno fatal para as pessoas. Algumas plantas como a Rafflesia, e a PawPaw Norte-Americana (Asimina triloba) são polinizadas por moscas, e produzem um cheiro de carne apodrecida para atrair esses ajudantes.
Outras flores são polinizadas pelo vento (as gramíneas por exemplo) e não precisam atrair agentes polinizadores, tendendo assim a possuir aromas discretos. Flores polinizadas pelo vento são chamadas de anemófilas. Sendo assim o pólen de flores entomófilas costuma ser grudento e de uma granulatura maior, contendo ainda uma porção significante de proteína (outra recompensa para os polinizadores). Flores anemófilas são normalmente de granulatura menor, muito leves e de pequeno valor nutricional para os insetos.
Existe muita contradição sobre a responsabilidade das flores nas alergias. Por exemplo, o entomófilo Goldenrod(Solidago) é frequentemente culpado por alergias respiratórias, o que não é verdade, pois seu pólen não é carregado pelo ar. Por outro lado, a alergia é normalmente causada pelo pólen da anemófila Ragweed(Ambrosia), que pode vagar com o vento por vários quilômetros.
Ao contrário do que normalmente é lido, nenhuma flor pode ser considerada hermafrodita. Como hermafrodita, considera-se o organismo capaz de produzir gametas masculinos e femininos. No entanto, a flor, por ser uma estrutura do esporófito, é estritamente assexuada; não produz gametas e sim esporos. Os esporos são responsáveis pela reprodução assexuada do vegetal. Dessa forma, a flor fica impedida de ser designada hermafrodita. A confusão deve-se à prática botânica que convencionou chamar o megásporo de "esporo feminino" e o micrósporo de "esporo masculino", devido à diferença de tamanho entre eles - o mesmo parâmetro usado para diferenciar os gametas feminino (maior) e masculino (menor).






















quinta-feira, 11 de novembro de 2010

LIVROS - BRASIL COLONIA

Livros sobre o Brasil Colônia

 Dicionário Histórico do Brasil - Colônia e Império
   Autor: Reis, Liana Maria
   Editora: Autêntica Editora

 Rebeliões no Brasil Colonia - Coleção Descobrindo o Brasil
   Autor: Figueiredo, Luciano
   Editora: Jorge Zahar

 Cultura e Sociedade no Brasil Colônia - Coleção Discutindo a História do Brasil
   Autor: Furtado, Junia Ferreira
   Editora: Atual

 Geografia Econômica - Brasil de Colônia a Colônia
   Autor: Franco, Paulo Sérgio Silva; Moraes, Marcos Antonio de
   Editora: Átomo

 As Ouvidorias do Brasil Colônia
   Autor: Lacerda, Arthur Virmond de
   Editora: Jurua

 História do Brasil: Colônia
   Autor: Boulos Jr, Alfredo
   Editora: FTD

 O Teatro de José de Anchieta - Arte e Pedagogia no Brasil Colônia
   Autor: Hernandes, Paulo Romualdo
   Editora: Alinea

 Uma História do Brasil - Colônia
   Autor: Maestri-filho, Mario Jose
   Editora: Contexto

 Andanças Pelo Brasil Colonial - Catálogo Comentado (1503-1808)
   Autor: França, Jean Marcel Carvalho
   Editora: Unesp

 Dicionário do Brasil Colonial (1500-1808)
   Autor: Vainfas, Ronaldo
   Editora: Objetiva

 Escravos e Libertos no Brasil Colonial
   Autor: Russel-Wood, A.j.r
   Editora: Civilização Brasileira

 Autoridade e Conflito no Brasil Colonial
   Autor: Bellotto, Heloísa Liberalli
   Editora: Alameda Casa Editorial

 História do Brasil Colonial
   Autor: Lopez, Luiz Roberto
   Editora: Novo Século

 Palavras, Almas e Corpos no Brasil Colonial
   Autor: Massimi, Marina
   Editora: Loyola

HISTÓRIA DOS QUILOMBOS

No período de escravidão no Brasil (séculos XVII e XVIII), os negros que conseguiam fugir se refugiavam com outros em igual situação em locais bem escondidos e fortificados no meio das matas. Estes locais eram conhecidos como quilombos. Nestas comunidades, eles viviam de acordo com sua cultura africana, plantando e produzindo em comunidade. Na época colonial, o Brasil chegou a ter centenas destas comunidades espalhadas, principalmente, pelos atuais estados da Bahia, Pernambuco, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais e Alagoas.

Na ocasião em que Pernambuco foi invadida pelos holandeses (1630), muitos dos senhores de engenho acabaram por abandonar suas terras. Este fato beneficiou a fuga de um grande número de escravos. Estes, após fugirem, buscaram abrigo no Quilombo dos Palmares, localizado em Alagoas.

Esse fato propiciou o crescimento do Quilombo dos Palmares. No ano de 1670, este já abrigava em torno de 50 mil escravos. Estes, também conhecidos como quilombolas, costumavam pegar alimentos às escondidas das plantações e dos engenhos existentes em regiões próximas; situação que incomodava os habitantes.

Esta situação fez com que os quilombolas fossem combatidos tanto pelos holandeses (primeiros a combatê-los) quanto pelo governo de Pernambuco, sendo que este último contou com os ser viços do bandeirante Domingos Jorge Velho.

A luta contra os negros de Palmares durou por volta de cinco anos; contudo, apesar de todo o empenho e determinação dos negros chefiados por Zumbi, eles, por fim, foram derrotados.


ZUMBI DOS PALMARES
20 DE NOVEMBRO

Os quilombos representaram uma das formas de resistência e combate à escravidão. Rejeitando a cruel forma de vida, os negros buscavam a liberdade e uma vida com dignidade, resgatando a cultura e a forma de viver que deixaram na África e contribuindo para a formação da cultura afro-brasileira.


PADRE ARTHUR E SUAS FOTOS

ESTE ESPAÇO É DEDICADO AO PE. ARTHUR E SUAS FOTOS.