♥ Corra Atrás dos Seus Sonhos | ||
Todos nós sempre almejamos algo ou queremos algo para a nossa vida. E em toda ela sempre batalhamos para conseguir o que desejamos. Mas às vezes, por algum motivo, sentimos medo de realizar os nossos sonhos. Mas é a esperança de um dia poder realizá-los que nos deixa vivos, e que permite que continuemos a batalhar por eles. | ||
Palavras Escritas por: Daniel Bruno de Castro Reis |
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
OTIMISMO
domingo, 12 de dezembro de 2010
PARÓQUIA DE SÃO SEBASTIÃO DE ITAIPÚ - RIO DE JANEIRO/NIEROI
Paróquia de São Sebastião de Itaipu
A Evangelização através dos Séculos
Texto enviado pelo leitor Renan Régi*.
A igreja de São Sebastião de Itaipu data de 1650, quando escravos, índios e jesuítas trabalharam juntos para sua construção, que foi concluída em 1716. Neste momento da história a Igreja de São Sebastião não passava de uma capela jesuítica, que buscava dar melhores condições à assistência catequética aos escravos, índios e pescadores livres.
Segundo a visita pastoral realizada no ano de 1799, a freguesia foi ereta em 1708, ou seja, foi em 1708 que aquela povoação foi reconhecida, tanto pela autoridade eclesiástica superior quanto pelo governo civil, como um conjunto de paroquianos.
Em 1721 por decreto do Rei português foi elevado à condição de Paróquia Independente, como informou o visitador Bento Lobo Gavião, e teve entrada na classe das igrejas perpétuas através do alvará régio de 12 de Janeiro de 1755, tendo como seu primeiro pároco o Pe Manuel Francisco da Costa. Isso significa dizer que até o ano de 1755 a igreja de São Sebastião de Itaipu não tinha o privilégio de ter um padre permanente, para atender as necessidades espirituais dos paroquianos.
O território da freguesia de Itaipu abrangia uma imensa área. Segundo a obra do monsenhor Pizarro, Memórias históricas do Rio de Janeiro, existiam um pouco mais de 100 fogos (residenciais), e mais de 800 almas sujeitas ao sacramento.
Nesta mesma região havia o Recolhimento Santa Tereza, fundado por Manuel da Rocha, a que intitularam do bem comum, com a cooperação do vigário Manuel da Costa e do provisor do Bispado Antônio José dos Reis Pereira e Castro. Era destinado às mulheres que desejavam uma vida recolhida ou a outras, por castigos de culpas. Sua inauguração teve lugar no dia 17 de junho de 1764.
Devido à expulsão dos jesuítas, do território luso-brasileiro, em 1759, através da política do Marquês do Pombal, e pelo fato da Igreja de São Sebastião pertencer ao padroado régio, ou seja, toda a política espiritual da freguesia de Itaipu dependia dos interesses que a coroa Portuguesa possuía. Nesse sentido a Igreja de São Sebastião foi beneficiada, tendo em vista um projeto de colonização português, em que era necessário proteger o litoral, o que fez de Itaipu um lugar estratégico para a defesa de invasões estrangeiras, pois a sua natureza magnífica criou praticamente o único ancoradouro entre o Atlântico e a Baía de Guanabara.
Portanto o incentivo ao povoamento nesta região era essencial e o papel da Igreja de Itaipu, como em todo o território luso-brasileiro, passou a ser não apenas a busca por almas, mas também o de agente deste projeto colonizador, tendo em vista que com a política Pombalina os padres seculares tornaram-se autênticos funcionários da Monarquia.
Itaipu tornou-se uma região próspera. Enquanto as terras entregues a Araribóia, formando a freguesia de São Lourenço, mal conseguiam sustentar, a população que ali vivia, Itaipu exportava vários tipos de gêneros alimentícios para o Rio de Janeiro, não se prendendo apenas à pesca, sua principal atividade. No que tange à atividade eclesiástica, a igreja de São Sebastião conheceu 14 párocos, de 1755 à 1908. A edificação, já gasta pelo tempo, passou a ser restaurada em 1839, porém as obras foram interrompidas diversas vezes.
Com a Proclamação da República em 1889 e com a separação Igreja/Estado, a administração da igreja de São Sebastião foi entregue ao bispado do Rio de Janeiro, visto que a diocese de Niterói sequer existia.
As famílias da localidade, em sua grande parte fazendeiros, passaram a cuidar da Igreja, que neste período da história, 1897, passou para a jurisdição de São Gonçalo. O então vigário Cônego Ferreira Goulart recomeçou a reforma, que terminou em 20 de fevereiro de 1898.
Em 1908, por escassez de padres que quisessem assumir a administração da igreja, o primeiro bispo de Niterói transferiu a paróquia para a Matriz de N.senhora da Conceição de Jurujuba, o que resultou num completo abandono da mesma. Algum tempo depois a Paróquia de São Sebastião foi anexada à Paróquia do Rio do Ouro.
A igreja de São Sebastião ficou nesta situação de abandono desde 1908 até 20 de agosto de 1977, durante este período alguns sacerdotes, a pedido de particulares, celebravam a santa missa para um pequeno numero de fiéis. Foi no ano de 1977 que o Pe Lúcio Pinho, missionário redentorista, assumiu a Paróquia de Itaipu, por nomeação do Bispo D.José Gonçalves da Costa.
Após 69 anos de abandono, o estado da Igreja era deplorável: telhado quebrado; não havia luz, água; acumulo de detritos; bancos, altares, sacristia e lâmpadas destruídas; ramificações de arvores desciam pelas paredes; quando chovia a água passava pelo telhado e molhava os fiéis.
Aquela imponente e importante Igreja de São Sebastião de outrora ficou conhecida por muitos como a "casa mal assombrada".
Desta forma o Pe.Lúcio teve dois objetivos: reconstruir a Igreja de Itaipu e reativar o trabalho social na comunidade. Aos poucos a igreja voltou a ter aspecto de Paróquia, com organização religiosa, administrativa e comunitária. Após um ano de trabalho de Pe. Lúcio Pinho, que já estava reerguendo a Igreja, o Instituto Estadual de Patrimônio Cultural resolveu tombar a igreja, pelo processo E.03/16.511/78.
A luta de Pe.Lúcio para reerguer a Paróquia foi grande, conseguindo em 1979 que o jornal O Globo fizesse e publicasse uma pequena nota dizendo a respeito da precariedade em que se encontrava a igreja e informando que o Pe.Lúcio Pinho, estava iniciando uma campanha destinada a restaurar a igreja, recolhendo doações, que vieram mesmo das famílias que frequentavam a igreja; da festa de São Sebastião, que se tornou uma tradição; e de outras festas, como a festa junina.
Em 1983 os padres poloneses da Sociedade do Apostolado Católico - SAC, palotinos, tomaram posse da paróquia de São Sebastião de Itaipu, sendo que seu primeiro pároco o Pe. João Sopicki. Hoje a igreja tem a graça de ter não um, mas dois sacerdotes para atender as necessidades espirituais dos paroquianos.
Durante esses vinte e seis anos de presença palotina na Paróquia de Itaipu, apesar da paróquia não ter tido um projeto de manutenção e prevenção, foram realizadas diversas reformas. O Pe.Estevão foi o primeiro a ter uma política mais enfática em relação à conservação, realizando obras não apenas da Matriz de São Sebastião, mas também uma reforma externa na capela de N.S. de Bonsucesso, e outra na capela de N. S. da Conceição da Fonte.
O Pe.Tadeu realizou uma obra no terreno da matriz, facilitando o acesso dos carros; a subida de deficientes físicos, através da rampa lateral; e a melhoria nas escadas de acesso a igreja. Porém, a reforma mais significativa foi realizada pelo Pe. João Pedro, concluída em 2002, que teve a paroquiana e arquiteta Liane Cerante Moreira como responsável da obra, em conjunto com o IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Seu objetivo não foi realizar uma reforma para apenas tapar os buracos ou pintar a fachada, mas sim para manter a Igreja viva e com seu aspecto colonial.
Desta maneira, podemos comemorar com orgulho os 254 anos da paróquia de São Sebastião, que é a prova viva de que a Igreja não é formada apenas por templos de pedras, mas principalmente por pessoas. Somos nós que fazemos com que a Igreja São Sebastião de Itaipu seja uma paróquia viva e não uma "casa mal assombrada". Portanto vamos comemorar e ensinar às futuras gerações que uma Igreja se faz com trabalho em equipe, onde todos os tipos de trabalho são igualmente importantes. Parabéns.
*O leitor Renan Régi extraiu o texto do escritor Francisco Muller.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Deus no Budismo
O Buda, muito longe de negar que havia um Absoluto, garantiu que aqueles que alcançassem a iluminação deveriam se fundir com Isso e assim perceber a Realidade em oposição ao mundo das ilusões e dos fenômenos. O que ele realmente disse, contudo, que tem levado pessoas a acusarem-no de ateísmo, é que não temos nenhum meio de expressar qualquer coisa sobre Isso. Palavras pertencem ao universo dos fenômenos e são aplicáveis apenas à ele. Quando alguém vai além dos fenômenos, em direção à Realidade, palavras precisam obrigatoriamente ser deixadas para trás. Nenhum ensinamento, nenhuma descrição, nenhum pensamento podem expressar o Absoluto — mas podemos experimentá-lo, se suficientemente evoluídos.
O que Buda combateu foram as numerosas tentativas que foram feitas, estão sendo feitas e continuarão a ser feitas, de dizer que o Absoluto é isso ou aquilo, um Deus pessoal, um Criador, um Deus-Pai. Ele insistentemente recusou responder qualquer pergunta sobre o assunto porque isso era inexprimível em palavras. Ele não iria permitir a seus discípulos imaginar um Absoluto a semelhança deles, como é a tendência do homem em todo lugar. Ele assinalou sutilmente que é melhor se ajustar para tentar alcançar a iluminação e, assim, experimentar o Absoluto por si próprio, em vez de perder tempo tentando ineficazmente falar sobre isso, já que nada que possa ser dito sobre Isso pode ser verdade em absoluto. Palavras iriam inevitavelmente modificá-Lo e moldá-Lo, resultando no máximo em uma aproximação grosseira. Palavras podem ser verdadeiras apenas em certo nível, mas apenas nesse nível, portanto serão apenas verdades relativas. Assim, como um entendimento que só funciona por meio de palavras pode conter o que não pode ser colocado em palavras? Apenas pela experiência direta.
Se esse fato tivesse sido assimilado, às custas do orgulho humano, teria havido muito menos intolerância, violência e sofrimento cometidos em nome da religião, entre os vários adeptos de seus seus próprios credos; todos afirmando de maneira confiante e dogmática que somente eles receberam a Verdade e que todos os outros estão errados e devem ser salvos de sua ignorância voluntária.
Então, se não há nenhum Deus no sentido de um Deus pessoal — ou se for compreendido que conceitos de um Deus pessoal, um Criador ou um Deus-Pai, são apenas relativamente verdadeiros e adequados apenas a alguns estágios do desenvolvimento humano — porque há tantas referências aos “deuses” [no budismo tibetano], sugerindo toda uma hierarquia?
A palavra páli “deva” é traduzida como “deus”, mas na verdade significa “espírito”, um ser de um reino superior que, no budismo, pode influenciar seres humanos, ajudar e protegê-los. A Terra não é o único mundo de seres da cosmologia budista. Há incontáveis universos em diferentes planos de existência, isto é, em diferentes estágios de desenvolvimento (espiritual). Alguns são mais elevados que nós (que somos a maioria). Alguns são inferiores. Há muitas referências a seres humanos renascendo em reinos superiores ou inferiores.
Mas, no budismo, não há lugar para a hierarquia massiva da religião Hindu, que acrescentou o próprio Buda a essa hierarquia (até os cristãos fizeram Dele um dos seus santos), nem para a Trindade de Criador, Preservador e Destruidor, nada exceto um Absoluto inexprimível. Em Sua direção as pessoas estão evoluindo ou involuindo, alguns se tornando espíritos de planos superiores, outros afundando em mundos inferiores. E todos pertencem ao mundo dos fenômenos, não à Realidade. Apenas o Absoluto é Real. E nem podemos realmente dizer isso sem declarar algo menor que a Verdade. Mas Ela está lá para ser realizada por alguém com o desejo e determinação como os de Milarepa.
Todo ser humano, todo ser, é um Buda em potencial. Depende de cada um realizar sua própria Natureza Búdica.
Lobzang Jivaka em “The Life of Milarepa”. Fonte: Samsara
NATAL DE 2010
A ESTRELA DE BELÉM
É natal!
Na manjedoura vazia se espera pelo menino
No céu, uma estrela guia protege Maria
Seu filho está para vir ao mundo
Porém, a estrada é incerta
A estrela se encaminha e toca a face da mãe.
Maria se serena e reza rogando ao criador
Pede a ele que lhe proteja e dê vida a seu filho
A estrela se apressa e leva Maria a um curral
Em meio a animais e feno
Nasce no mundo o Filho de Deus!
Sua mãe a virgem Maria
Abriga-lhe num terno abraço
Nasceu o menino iluminado
A estrela segue caminho.
Segue para pronunciar ao mundo
Que nasceu Jesus menino
Nasceu entre os homens
O filho do rei dos céus.
Nasceu originando o Natal
Fazendo brotar em nós
O amor mais natural
Nasceu!
Nessa noite o mundo conheceu a paz.
MINHA PRECE DE NATAL
Nesse tempo que se origina o Natal
A humanidade se veste de felicidade
Todavia nos paises em guerra
exclusivamente o pensamento sobreviverá
Uma vez que o Natal decorrerá sangrento
Muito próximo da guerra
Há dois mil anos atrás
O filho de Deus veio ao mundo
Para tornar toda a humanidade uma só raça
Nos tornando irmãos
Entretanto tudo tende a ruir
Em minhas preces rogo a Jesus por caridade
Que cubra a guerra com vossa proteção
Que Jesus acenda nos homens
Luzes de felicidade e solidariedade
Que eles os tomem pelas mãos
E os conduza a fraternidade
Que espíritos se purifiquem ante a dor da guerra
Que o perdão se espalhe sobre o mal
E a esperança peregrine reinante e soberana
Se em meio à guerra o amor ao próximo é faltante
Que o amor do menino Jesus pela humanidade
Percorra a ruas sangrentas e cheias de inocentes
Rogo para que amor do filho de Deus seja ouvido
Que as ruas se tornem vazias de dor e sangue
Entretanto em meio à noite de Natal
Que um milagre percorra os paises em guerra
Que o filho de Deus renasça entre os homens
E que vosso renascimento
Não permita que tão perto de sua manjedoura
O Natal seja sangrento
Que a esperança perpetue em nossas almas aflitas
Pois somente perante a vida é que conheceremos o Natal
Suplico que os homens despertem a paz adormecida no passado
Que os homens rememorem a paz tão oculta nas ruínas da guerra
Ambiciono existir no coração da guerra uma noite feliz e duradoura
Concordância entre os filhos de Jesus
Aspiração de deixar a vida existir
No por do sol do Natal
Nessa parte tão próxima da manjedoura da vida
Que o amor seja um manancial infindável.
NATAL EM MEU OLHAR
Numa cidade bem longe da minha
Existia uma estrela guia
Que prenunciava ao tempo
Que naquela noite fria
Naquela lapa vazia
Adormecia o Jesus menino
Ao seu lado a afetuosa Maria
Cantava canções de harmonia
A natureza do lado de fora
Realizava seu aceiro ao menino
Flores espargiam perfume
Não sei se era período de sol ou lua
No entanto era qual um brilhante que luzia
O vento frio passava suave e faceiro
Abandonando uma melodia a embalar o menino
O fulgor decorria da criança que dormia
Numa cidade tão longe da minha
Numa noite que se tornou dia
Uma estrela não se apagou
Durante todo andamento seu brilho
Espalhava serenidade e harmonia
No vento uma sinfonia
Na essência a sabedoria
A confiança que o mundo transformaria
Enquanto naquela cidade longe da minha
Nos braços do destino
Dormia o menino
Em seus lábios um sorriso nos pronunciava
Que naquele Natal
Naquela cidade tão longe da minha
Pétalas de esperança viajavam no vento.
TEMPO DE NATAL
Tempo de espantar o mal
Tempo de abarcar o amor
Tempo de espalhar aroma de envolvimento
Tempo de bondade e contentamento
Tempo de fantasias e ternuras
Tempo de apartar amarguras
Tempo de olhos no encantamento
O anseio se perdendo de deslumbramento
Tempo de reconhecimento
Tempo de encontrar-se com a família
E juntos festejar com alacridade
Tempo de regressar de saudade
Embora estando em distante cidade
Tempo de adotar a paz
Tempo de ser capaz de doar
Tempo de retirar-se da escuridão
Tempo de acender os lampiões
Tempo de preparação
Tempo de renovação
Tempo de paz nas nações
Tempo de Natal nos corações.
O ESPÍRITO DO NATAL - O BOM PAPAI NOEL
A estória do bom velhinho foi inspirada em uma pessoa verdadeira: São Nicolau, que viveu há muitos séculos atrás.Poucas pessoas conhecem sua história. Ele viveu em Lycia, sudoeste da costa da Ásia Menor onde hoje existe a Turquia. A História diz que nasceu no ano de 350 e viajou para o Egito e Palestina onde tornou-se bispo. Durante o período da perseguição aos Cristãos pelo Imperador Dioclécio, ele foi preso e solto posteriormente pelo sucessor Constantino, o Grande.No século 6, o santuário onde foi sepultado, transformou-se em uma nascente de água. Em 1087 seus restos mortais foram transportados para a Cidade de Bari na Itália que tornou-se um centro de peregrinação em sua homenagem,onde foram referidos muitos milagres que são atribuídos a ele, todos associados com a doação de presentes.Uma lenda relata que São Nicolau salvou da vida de prostituição três filhas de um homem pobre. Jogou uma bolsa contendo ouro pela janela da casa suprindo a necessidade financeira da família e assim cada filha tinha um dote para conseguir um casamento.A transformação de São Nicolau em Papai Noel começou na Alemanha entre as igrejas protestantes e sua imagem passou a ser associada com as festividades do Natal e as costumeiras trocas de presentes no dia 6 de dezembro (dia de São Nicolau).O Natal transformou-se na mais popular das festas, e a lenda proliferou. Papai Noel foi descrito como um velhinho de barbas brancas e bochechas rosadas num trenó puxado por oito renas em 1822 por Clement Clark Moore em um poema hoje conhecido como "Twas the Night Before Christmas", ou, em português, "A Noite antes do Natal". O retrato da figura de Papai Noel como vemos nos dias atuais foi realizado por Thomas Nast no ano de 1866.
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